Charles Lopes

Charles Lopes Doutor em Biodinâmica do movimento humano pela Unicamp. Pesquisador no Doutorado UNIMEP. Palestrant

22/05/2026

🏋️‍♂️ Não é sobre O QUE você faz, é sobre COMO você faz.

Como mostro no vídeo, um único exercício (como o afundo/passada) não serve apenas para um único objetivo. O exercício é só a ferramenta. O que realmente define o resultado final é o método que você aplica sobre ele.

Para nós, corredores, entender isso muda completamente o jogo na sala de musculação. Você pode usar exatamente o mesmo movimento para trabalhar:

💥 Potência (para melhorar fase de voo, tempo de contato com o solo).

🧱 Força Máxima (para melhorar a economia de corrida e recrutamento de unidades motoras).

🛑 Desaceleração / Fase Excêntrica (a chave para evitar lesões, especialmente em provas com muitas descidas).

O que muda de um para o outro? A carga, a velocidade de execução (cadência), o volume de repetições e o tempo de intervalo.

Fazer "3 séries de 10" para o resto da vida não vai te transformar em um corredor mais rápido ou mais resistente. O treino de força precisa ter intenção e, principalmente, estar no lugar certo da sua periodização.

Saber manipular essas variáveis é o que separa um treino comum de um treino que realmente transfere resultado para as pistas.

Se você quer entender como orquestrar tudo isso de forma inteligente, anote na agenda: no dia 29/05 vou dar uma aula completa e focada em Treinamento de Força para Corrida.

Se quiser aprender a usar a força a favor do seu pace, o link de inscrição está na minha bio. Vem comigo! 🚀

21/05/2026

Existem inúmeras formas de controlar e monitorar a intensidade da corrida — seja para 5 km, 10 km, meia maratona ou maratona. Em primeira linha eu trabalho com pace: algo simples, rápido, fácil e que você pode monitorar diariamente.

Como ferramentas adicionais, respeitando suas limitações, uso a percepção de esforço (RPE) e a frequência cardíaca.

A percepção de esforço é prática e imediata; a frequência cardíaca, apesar de limitações, também traz informações valiosas. Bem utilizadas e interpretadas, essas três ferramentas — pace, percepção de esforço e frequência cardíaca — são ótimas para controlar e monitorar a sua programação de treinamento.

Este é um pequeno corte do podcast com meu amigo e treinador .phd

Caro jovem não analise a foto, pois o que interessa é a interpretação do filme!!!

20/05/2026

🏃‍♂️ Copiar educativos da internet não vai melhorar sua técnica (se faltar o básico).

É muito comum vermos corredores tentando reproduzir "drills" super complexos que viram nas redes sociais. Mas como explico no vídeo, o educativo não é uma pílula mágica. Ele precisa de contexto e, acima de tudo, de preparação física.

Um dos maiores erros na prescrição e execução de educativos é ignorar a ADM (Amplitude de Movimento).

Pense comigo: de que adianta tentar fazer um educativo que exige a elevação alta dos joelhos (como um Skipping) se os seus flexores de quadril estão encurtados? Se a sua musculatura está "travada", o seu corpo vai compensar o movimento. O resultado? Em vez de melhorar a sua biomecânica, você estará reforçando um padrão errado e aumentando o risco de lesões.

A escolha do educativo depende de 3 pilares:

1️⃣ O seu nível de experiência (iniciante x avançado).

2️⃣ O momento do seu planejamento (periodização, volume e frequência).

3️⃣ A sua capacidade física atual (força e mobilidade).

Você só melhora a sua técnica de corrida quando o seu corpo tem a força e a liberdade de movimento necessárias para executar o gesto esportivo.

Construir essa base exige método e estratégia. Se você quer entender como alinhar tudo isso, no dia 29/05 vou dar uma aula focada 100% em como estruturar o Treinamento de Força para Corrida.

Para quem quer deixar de apenas "copiar treinos" e passar a entender o processo, deixei o link de inscrição na minha bio. Te espero lá! 👊

18/05/2026

⚠️ Ter a ferramenta certa não signif**a saber usá-la.

Como falei no vídeo, treinos em escadarias são excelentes aliados para corredores. Mas o maior erro que vejo por aí é a reprodução aleatória: achar o exercício bonito na internet e sair aplicando sem critério.

O segredo do resultado não está apenas na execução do salto ou da corrida no aclive, mas nas variáveis invisíveis que compõem o treino:

👉 Qual o tempo exato de recuperação (pausa) para garantir a via energética correta?

👉 Qual o volume ideal para não gerar uma fadiga que prejudique seus próximos treinos?

👉 Em qual fase da sua periodização esse estímulo de potência deve entrar?

Quando o treino de força e potência é bem estruturado, os benefícios são claros: você diminui o tempo de contato com o solo, melhora sua fase de voo e consegue manter a amplitude da passada mesmo quando o cansaço bate no final da prova. Você se torna um corredor muito mais econômico e eficiente.

Não basta suar, é preciso treinar com inteligência e planejamento.

Se organizar essas peças do quebra-cabeça ainda é um desafio para você, f**a aqui um convite: no dia 29/05 vou dar uma aula completa focada exatamente em como estruturar o Treinamento de Força para Corrida.

Se quiser dar esse passo além nos seus treinos, o link para participar está na minha bio. Te vejo lá! 🏃‍♂️💨

17/05/2026

Obrigado ENAF pela parceria de vários anos.

Hoje foi dia de dircuitir as variáveis do treino de força para corrida.

1- Adaptações do treino de força para corrida de rua.

2- Progressão pedagógica dos treinos de Força.

3- Periodização para corrida de rua.

14/05/2026

Vivemos numa cultura que mede valor pela distância — como se correr 5 km fosse menos digno que uma maratona. Isso é mito.
O que importa é adesão, bem‑estar e saúde, não status, ritmo ou tênis com placa de carbono.
Treinar para prova curta ou longa tem o mesmo valor: planejamento, consistência e prazer.
Se seu objetivo é correr 5K, 10K, meia ou maratona, foque em um treino bem estruturado e progressivo — não em comparações.
Você não é melhor nem pior por uma distância. Corra pelo que te faz bem.

03/05/2026

Existem várias ferramentas para monitorar a intensidade do treino de corrida de rua.
A percepção subjetiva de esforço (PSE) é uma ferramenta auxiliar — não a principal, mas essencial como forma prática de controle diário.
A frequência cardíaca, apesar das limitações e interferências, também atua como indicador adicional útil.
Velocidade (km/h) e ritmo (min/km) são ótimas medidas para definir zonas de treino e facilitar o monitoramento cotidiano.

O ideal é usar PSE, FC e velocidade/ritmo de forma complementar — cada uma traz informação diferente e, juntas, ajudam a ajustar melhor a intensidade dos treinos.

Este é um pequeno corte da nossa entrevista no

ritmo

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Campinas, SP

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