Campeonato Municipal De Jiu-Jitsu 2013 Cabo Frio

Campeonato Municipal De Jiu-Jitsu 2013 Cabo Frio Tais categorias apresentam atletas em formas físicas distintas e também critérios de avaliação distintos a cada categoria.

APRESENTAÇÃO:
O evento se trata de um campeonato municipal de Jiu-Jitsu, que será sediado na cidade de Cabo Frio /RJ, que possuirá as categorias: Infântil, Infânto – Juvenil, Juvenil, Adulto, Máster e Sênior. JUSTIFICATIVA:
A idéia surgiu através do olhar dos profissionais de Educação Física e faixas Pretas que atuam no mercado das artes marciais, profissionais estes que estão envolvidos diretamen

te no projeto. Foi percebido que a algum tempo, atletas de Cabo Frio se interessam e buscam por competições de artes marciais em outras cidades, onde por muitas vezes se destacam. A partir disso ficou clara a necessidade de trazer para a cidade de Cabo Frio um evento do mesmo seguimento, para assim, mostrar a população da cidade um esporte que a cada dia cresce no mundo todo. Ficou ainda mais evidente o potencial da cidade para o evento no momento que a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Cabo Frio, para nosso evento. E Cabo Frio por ser uma cidade tão bela e atraente para a maioria dos esportes não pode f**ar sem um evento dessa magnitude. OBJETIVOS:
Incluir a cidade de Cabo Frio nos calendário de eventos de a que vem se formates marciais do país. Atraindo assim a devida atenção para tal esporte na cidade, o que já acontece em várias cidades. PÚBLICO ALVO:
Toda população de Cabo Frio, cidades vizinhas, turistas em estadia na cidade, atletas, amigos e população enfim, a todos que tenham interesse nas artes marciais.

29/11/2013

Agradecemos a compreensão de todos

28/11/2013

Nesta quinta-feira 28/11 a Av Joaquim Nogueira estará fechada das 20h as 5h30m no sentido Sendas/Av Teixeira e Sousa para obras de instalações de bueiros.
Agradecemos a compreensão de todos.

Obs: Em caso de chuva forte não haverá a interdição

19/11/2013

Teixeira e Sousa, pai do romantismo no Brasil

Duzentos e um anos após o seu nascimento, ocorrido em 28 de março de 1812, na cidade de Cabo Frio, no interior do estado do Rio de Janeiro, Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa continuar a ser uma figura desconhecida para nós brasileiros

POR UELINTON FARIAS ALVES

Seu nome, pouco ou nada se associa à nossa literatura, a não ser para alguns setores da academia, sobretudo na pós-graduação em História ou Letras, em que é alvo de raras defesas de dissertações ou teses, e, em geral, ainda é colocado em dúvida um dos seus mais importantes feitos, capital para nossa história: a paternidade do romance no Brasil, que a ele, como escritor pertence, ao publicar, em 1843, O filho do Pescador, pela casa editorial de Paula Brito.

Mas, afinal, quem era Teixeira e Sousa? Filho do comerciante português Antônio Gonçalves e da preta forra Ana Teixeira de Sousa, ainda criança iniciou seus estudos na terra natal, tendo como mestre o poeta Ignácio Cardoso da Silva, professor régio em Cabo Frio. Logo após a Independência, em 1822, o pai fora obrigado a liquidar o seu estabelecimento comercial para "não lesar os seus credores", que retornavam a Portugal, e f**ara numa verdadeira ruína financeira. Com isso, pobre e falido, resolveu tirar o filho Antônio - o mais velho de todos os irmãos - das aulas de latim, e iniciá-lo no curso de aperfeiçoamento profissional, um tanto mais rude, de marceneiro, mas que pudesse lhe render meios de subsistência, e ajudar a família nessas horas difíceis.

Viaja com o pai para a Corte, por volta de 1825, para aperfeiçoar-se ainda mais na profissão, mas, cinco anos depois, sozinho, teve que voltar à cidade cabo-friense, devido às "queixas do peito", atacado por infecção pulmonar - indício de tuberculose. Nesse período, lia muito, bons e maus autores, ou tudo que "lhe vinha às mãos". Seu retorno à casa paterna lhe trouxera grandes dissabores: morreram, num espaço de quatro anos, todos os cincos irmãos, que já haviam perdido a mãe. Não demora, e perde também o pai, de quem herda parcos bens pecuniários. Sozinho no mundo, retoma os estudos com o velho mestre régio, que o quer ver médico, no que tem o apoio de amigos e vizinhos. Mas nada disso o apetece. Tinha algum pendor para a literatura. Regressa, então, à capital do país, e liga-se ao editor e poeta Paula Brito. É desse período sua primeira composição, a tragédia Cornélia, com apenas 18 anos, saída como volume da 4ª Série do Arquivo  Theatral.

Em seu livro Teixeira e Sousa entre os seus contemporâneos: vida e obra (Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro), a professora H**e Cristina da Silva fala dessa fase da existência do escritor fluminense como sendo de muitas dificuldades e lutas. Para ela, é na sede do império que Teixeira e Sousa se afirma como escritor, ao publicar aquele que seria o romance fundador da nossa novelística - O filho do pescador. No seu estudo, a pesquisadora é categórica em dizer que, ao contrário de Joaquim Manuel de Macedo (1820- 82), autor de A moreninha, ou de Teresa Margarida da Silva e Orta (1711-92), autora de Máximas de virtude e formosura, a façanha inauguradora cabe, na verdade, ao escritor afrodescendente.

Pelo que parece, H**e Cristina da Silva, com toda a sua autoridade sobre o tema, não só desfaz muitos equívocos, como também coloca, com destaque, a produção romanesca de Teixeira e Sousa (que publicou pelo menos cinco romances, três livros de poesias, duas peças de teatro e dois livros de canções, sendo alguns lundus), entre os principais prosadores românticos da primeira fase desse movimento no Brasil, cuja produção apareceu, afinal de contas, sob o foco do frisson e da modernidade, ou seja, no clímax de turbulência e de agito que coincidiram com a presença da Família Real portuguesa nos trópicos e no Rio de Janeiro, logo após o grito da Independência e a abdicação de D. Pedro I.

Independência e a abdicação de D. Pedro I. Baseada nos relatos biográficos ou em artigos críticos e jornalísticos veiculados na imprensa da época, bastante elogiosos, e que saíram no Jornal do Commercio e na revista O Guanabara, além de diversos outros estampados na Marmota Fluminense, periódico do editor Paula Brito - tido como o primeiro revelador e responsável pela estreia de Machado de Assis em letra de forma - H**e Cristina da Silva tece argumentos preciosos que corroboram o importante papel de Teixeira e Sousa como protagonista da cena literária daquela quadra oitocentista, como homem de ideias, intelectual, jornalista, editor, tradutor e, sobretudo, agitador cultural, além, é claro, de romancista.

Alvo de diversas críticas nos jornais da época, ele despertou também a reação pouco amistosa de Gonçalves Dias e de um jovem e inexperiente, mas altamente entusiasta, Machado de Assis, ambos de origem negra - hoje dois nomes consagrados das letras nacionais. O primeiro, sem sombra de dúvida, já afamado poeta, divulgou texto anônimo fazendo severas restrições à produção teixeiriana; enquanto o segundo, por sua vez, de natureza mais contida e amistosa, escreveu um belo poema em que o chamava de "um gênio americano".

SUAS OBRAS TRAZEM PERSONAGENS NEGRAS COM POSTURAS HEROICAS E ATOS NOBRES, EM CONTRAPONTO, MUITAS VEZES, A PERSONAGENS BRANCAS, NEM SEMPRE DE ÍNDOLE BOA

A farta documentação da época, existente, no entanto, com rica iconografia de jornais oitocentistas e obras publicadas com rigor editorial, traz um panorama de como foi intensa a atividade literária de Teixeira e Sousa nos seus 49 anos de existência, não só como prosador, sempre gozando de enorme prestígio, desde sua estreia, experiência que se estendeu a outras narrativas suas, como As fatalidades de dois jovens, Maria ou a menina roubada ou, ainda, A providência, sem contar os livros de poesias Os três dias de um noivado ou a história em versos camonianos A independência do Brasil, de 1855, dedicada ao imperador Pedro II, que lhe rendeu um emprego público, oferecido pelo monarca, como era praxe naqueles tempos.

Defensor da igualdade entre os homens, o que signif**ava uma dura crítica ao regime escravista e monárquico (desde O filho do pescador, suas obras trazem personagens negras com posturas heroicas e atos nobres, em contraponto, muitas vezes, a personagens brancas, nem sempre de índole boa).

Trata ainda nos textos que divulga nos jornais e nas revistas sobre a condição das mulheres, como na série O coração da mulher. Talvez por isso, Teixeira e Sousa seja visto como um autor com características altruístas, visionário quanto à edif**ação do ser humano, independentemente de quem seja ele, negro ou branco, mulher ou homem. Esquecido do grande público pela falta de reedição de seus livros, Teixeira e Sousa é um autor desbravador e pioneiro, que abriu caminho - como escritor e intelectual - para a constituição da tão importante formação da literatura fluminense e brasileira.
Fonte: http://racabrasil.uol.com.br/cultura-gente/173/teixeira-e-sousa-pai-do-romantismo-no-brasil-duzentos-275196-1.asp

19/11/2013

A LUTA CONTRA O GRILEIRO EM PRETO FORRO


Preto Forro f**a localizada na zona rural do município de Cabo Frio, no litoral do Estado do Rio de Janeiro. Em janeiro de 2006 viviam na comunidade aproximadamente 12 famílias.

Preto Forro está localizada na mesma região que as comunidades quilombolas "Fazenda da Caveira", "Sítio do Elias", "Fazenda do Espírito Santo e Rasa". Entre os séculos XVII e XIX toda essa região integrava a Fazenda Campos Novos, que originalmente foi uma sesmaria recebida pela Companhia de Jesus em 1623.

Os moradores mais velhos da comunidade contam que a denominação "Preto Forro" foi dada à comunidade porque era formada por negros livres e f**ava situada no meio do caminho entre duas outras fazendas, a do Vinhático e a de Palmeiras, onde os trabalhadores negros ainda eram mantidos em regime de escravidão.

Não se sabe ao certo se foi antes ou depois da abolição que o antigo senhor de escravos Antônio dos Santos doou parte de suas terras aos seus escravos. É dele, também, a origem do sobrenome Santos que os moradores da comunidade têm.

O primeiro negro liberto a viver no local foi Ludgério dos Santos e depois suas filhas e genros. Os atuais moradores de Preto Forro são descendentes, direta ou indiretamente, deste ancestral, nascido em 1871, que teria deixado a terra aos seus descendentes em regime de usufruto.

Até hoje o território é utilizado coletivamente, muito embora os moradores tenham sido obrigados a cercar as áreas em torno das casas para proteger sua roça e sua pequena criação de gado da ação dos grileiros. Apesar disso, a regra conhecida e defendida por todos diz que aquelas terras nunca poderiam ser partilhadas ou vendidas por se tratarem de "terras de herdeiros", como dizem.

A partir dos anos 50 a região onde se localiza a comunidade passou a ser alvo do avanço das propriedades e de intensa grilagem. Mas foi há cerca de vinte anos que os direitos territoriais dos moradores de Preto Forro foram mais violentamente ameaçados.

No início dos anos 80 o comunitário Albertino, neto de Ludgério e responsável por cuidar das terras da comunidade, começou a alugar a área de pasto das terras da comunidade para Elias de Oliveira.

Desde o início de sua chegada à região, Elias passou a oferecer créditos pessoais a Albertino dos Santos, que o utilizava no pagamento dos impostos territoriais rurais. Para pagar a dívida cada vez maior, Elias começou a exigir que, além de não pagar mais o aluguel, ele deveria receber também o direito de posse daquelas terras.

Por força desta pressão foi registrado no cartório de Cabo Frio um "documento" de "Cessão de Posse", no qual Albertino, intitulando-se único herdeiro e proprietário de toda área, transferiu sua posse para Elias de Oliveira. A partir daí Elias começou a se apresentar como o novo proprietário das terras da comunidade, e a prática de atos violentos contra os moradores passou a fazer parte da rotina.

O grileiro passou a produzir novas "provas" documentais de sua posse, registrando-as em cartório. Determinou que tudo o que estivesse do lado de fora das cercas que delimitavam os quintais das casas passava a ser considerada de sua propriedade.

Assim, as terras foram cercadas, restando para os quilombolas apenas os quintais de suas casas. A área comum, onde antes f**avam as plantações e espaços coletivos, foi apropriada.

Além disso, o grileiro também trouxe gado para a fazenda, e os bois começaram a destruir as pequenas plantações dos comunitários. E houve também a expansão do pasto, que acabou por destruir trechos da Mata Atlântica até então preservados pelos moradores.

No final dos anos 90, quilombolas começaram a se organizar e a cobrar a efetivação de seus direitos. Em maio de 2000 alguns membros da comunidade participaram da Oficina Territórios Negros, organizada pela Koinonia, despertando-os para as possibilidades coletivas de luta. A partir daí entraram em contato com o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Cabo Frio e começaram a procurar ajuda de outras autoridades.

No início de 2002 os pesquisadores da Koinonia entregaram ao Ministério Público Federal um relatório sobre a situação dessa comunidade. No início de 2003 o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública visando a garantia dos direitos da comunidade e solicitando que a Fundação Cultural Palmares elaborasse laudo antropológico.

Em fevereiro daquele ano o juiz concedeu medida cautelar determinando que fosse assegurada às famílias da comunidade a posse da área. Determinou também que o réu Elias de Souza Oliveira retirasse seu gado dos limites da área (sob pena de multa de RS 1.000,00 por cada rês/dia) e proibiu-o de ir ao local após um prazo concedido (sob pena de multa de R$ 50.000,00).

Reagindo contra essa ação civil pública, Elias entrou na justiça com uma ação possessória, visando a expulsão dos comunitários da área. Não obteve êxito, pois o juiz determinou que ela fosse juntada à ação civil pública já em andamento.

Mas, além disso, ele também entrou com alguns recursos questionando a decisão liminar. Em maio de 2005 conseguiu que a liminar em favor dos quilombolas fosse cassada. Até março de 2006 era essa a decisão que continuava vigorando.

Paralelamente ao andamento dessas ações na justiça, o INCRA também iniciou o processo administrativo de titulação de terras. Em janeiro de 2006 foi publicado no Diário Oficial da União o relatório técnico de identif**ação e delimitação da comunidade.
A comunidade já recebeu o título de propriedade

Comunidades quilombolas da região:
Rasa - Caveira Botafogo - Preto Forro - Maria Romana

Fotos: Naldinho Lourenço

12/11/2013
11/11/2013

Quero agradece a todos os meus alunos q ajudaram no Campeonato Municipal De Jiu-Jitsu 2013 Cabo Frio, q estiveram lah desde 7 horas da manha ate terminar o evento. Mesmo com todos q nos apoiaram, c nao fosse vcs, lutando e trabalhando o campeonato nao teria acontecido!!!

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06/11/2013

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03/11/2013

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