Fiel e dedicado, um Ronin, antes de tudo, é devoto ao rugby, ao seu caminho e seu aperfeiçoamento. Em manejo, não há mais cadeira e Ronin, ambos se fundem, vibram juntos e tornam-se um. Por decisão ou decorrer natural da própria história, o guerreiro deixa de ser um samurai e passa a caminhar sem um mestre, seguindo seu coração, o fiel RUGBY. Habilidosos escrevem suas conquistas em quadra. Ao alvo
recer, vestem-se, agradecem e preparam suas cadeiras para os treinos e constante desenvolvimento. Com ou sem oponentes precisam treinar como o nascer do sol e o cair das noites. O relaxo faz vacilar defronte a grandes guerreiros e animais selvagens que cruzem o caminho. Sabem que o pior inimigo é a si mesmo. Conscientes, no campo de batalha, não temem em deixar tudo ali, ou levar tudo que conquistarem. Longos anos de dedicação ao rugby só servem se forem aplicados com maestria, cautela, estratégia, sentimentos e trabalho em equipe…
Afinal, se Ronins se reúnem, o objetivo é maior, a dedicação é conjunta, a confiança é plena e o trabalho é árduo. Quando acaba uma batalha se preparam para outra. Disciplina, honra e respeito, movem esses “homens de onda”. SÓ HÁ RUGBY.