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Dicas Fitness Saúde, Bem estar e exercícios físicos

Galera, estou postando uma dica de suma importância, quando do início ou até mesmo durante um programa de treino, se faz...
27/12/2017

Galera, estou postando uma dica de suma importância, quando do início ou até mesmo durante um programa de treino, se faz necessário primeiramente, uma avaliação postural para saber se você “aluno” possui certos desvios antes mesmo de qualquer programa de treinamento, seja ele hipertrófico, definição entre outros, pois ao longo da vida, por algumas circunstâncias tais como, nas atividades físicas sem orientação profissional ou empregadas de forma inadequado-equivocada, desequilíbrios musculares, certas anomalias congênitas e/ou adquiridas, má postura, obesidade, distúrbios respiratórios, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas entre outras, adquirimos e ainda agravamos alguns destes desvios, os quais podem causar implicações como hiperlordose lombar e cervical, hipercifose torácica e escoliose.
Com o emprego de uma avaliação postural, quando através da observação de seu professor, seja ele profissional da Educação Física ou Fisioterapia, eles poderão identif**ar certos desvios posturais de acordo com alguns pontos anatômicos específicos, permitindo também, identif**ar possíveis assimetrias decorrentes de uma alteração postural, seja esta visível ou não, como a acentuação das curvaturas fisiológicas, joelhos em hiperextensão, semiflexão e ou geno varo ou valgo, protrusão ou retração de algumas articulações, projeção da cabeça à frente, proeminência abdominal, se ocorre anteversão ou retroversão pélvica e se, o tronco apresenta alguma rotação entre outros, e a partir daí montar um programa de treino baseado nos desvios posturais para que assim, possa corrigi-los e depois a montagem de um treino que enfatize todo o grupo muscular de acordo com o objetivado pelo aluno!!!
Segue um artigo de respeitados autores, os quais explicam com maiores detalhes essa questão de se corrigir os desvios posturais antes do emprego de um treino de grande escala!!!

TREINAMENTO RESISTIDO DIMINUI A OCORRÊNCIA DE DESVIOS POSTURAIS EM ADOLESCENTES?

Galera, aí vai algumas dicas, principalmente para aqueles que querem de alguma forma obter resultados quase que imediata...
02/04/2017

Galera, aí vai algumas dicas, principalmente para aqueles que querem de alguma forma obter resultados quase que imediatamente: não é bem assim, temos primeiramente que respeitar o nosso corpo pois, moramos nele, e temos que ter paciência nas etapas para não corrermos certos riscos de lesões, de sobrecarregar o fígado em caso de dietas equivocadas sem o acompanhamento do nutricionista, entre​ outros!!!

Meus amigos, vocês sabiam que para cada tipo de doença, há um jeito de se exercitar, de acordo com as necessidade e ou e...
03/02/2017

Meus amigos, vocês sabiam que para cada tipo de doença, há um jeito de se exercitar, de acordo com as necessidade e ou enfermidade enfrentadas, pois há diversos exercícios que podem fazer parte de um programa de treino para que, assim saibamos qual o exercícios ou atividade mais apropriado, mas antes se faz necessários passar por uma avaliação por uma equipe multidisciplinar, ou seja, por profissionais competentes da área, conforme explicitado por Theo Ruprecht, no cite http://saude.abril.com.br/fitness/para-cada-doenca-um-jeito-de-malhar/

O remédio que doma a pressão dos hipertensos não é o mesmo que baixa a glicemia dos diabéticos, tampouco serve para proteger o esqueleto de pessoas com osteoporose. Isso mostra que não existe uma única estratégia capaz de contra-atacar todas as enfermidades ao mesmo tempo. E é mais ou menos esse conceito que você precisa ter em mente quando falamos do efeito de cada um dos exercícios de musculação em pessoas com problemas diferentes.
A ideia de utilizar e adaptar a malhação de acordo com o estado de saúde de seus praticantes começou a ganhar destaque no final da década de 1980, quando os pesquisadores lançaram um olhar mais apurado sobre o tema. A partir do ano de 1990, o exercício de força se tornou — e ainda é — o método de treinamento mais estudado, segundo dados do Pubmed, site do governo americano que concentra artigos publicados no mundo inteiro. Esse interesse da comunidade científ**a ajudou a acabar com o preconceito que cercava a musculação. Ela deixou de ser encarada como algo voltado apenas para fisiculturistas e virou uma importante aliada entre aqueles que buscam qualidade de vida.
Tal cenário veio seguido de um aumento signif**ativo na quantidade de salas de ginástica por aí. Dados da Associação Brasileira de Academias mostram que, em 2010, havia 15 mil unidades espalhadas pelo país. Em 2014, o número dobrou. E, embora tenhamos que evoluir muito, há uma tendência de esses estabelecimentos passarem a oferecer profissionais especializados em determinadas condições de saúde. Ou seja, de pouco em pouco, os halteres se incorporam ao tratamento de muitas encrencas.
Agora, você vai entender como a musculação enfrenta 12 delas. Todas devidamente acompanhadas de orientações específ**as para tirar o melhor proveito do levantamento de peso sem ameaçar o corpo. Contudo, antes de avançar, cabe uma ponderação: só pode fazer musculação ou qualquer atividade física estruturada quem estiver saudável ou com uma doença sob controle. Começar a puxar ferro da noite para o dia sem uma avaliação médica (e a supervisão do educador físico) é um risco que ninguém precisa correr.
Dois raios no mesmo lugar
Para certos quadros, como a fibromialgia, preconiza-se malhar em intensidade leve. Em outros, a exemplo da sarcopenia, o ideal é pegar um pouco mais pesado. Então, o que fazer se você sofre com ambos — ou com quaisquer problemas que cobram atitudes aparentemente contraditórias na academia? Nesses casos, é imprescindível bater um papo com os profissionais de modo a acertar o treinamento. Só não vale usar isso como desculpa para cair no sedentarismo.
1. Hipertensão
Décadas atrás, a musculação chegava a ser contraindicada para os hipertensos. E, de fato, durante sua execução, a pressão sobe, principalmente se a intensidade é elevada ou se o exercício for repetido à exaustão. Mas uma porção de experimentos deixa claro que, seguindo recomendações básicas, erguer peso não ameaça o sistema cardiovascular dessa turma. Embora não dê para confirmar que a modalidade aplaque a hipertensão ao longo dos meses — os estudos são controversos nesse sentido —, restam poucas dúvidas de que ela promove bem-estar aos seus portadores.
Recrutar poucos músculos por vez
Usar vários grupos musculares ao mesmo tempo comprime demais os vasos sanguíneos. Prefira, por exemplo, cumprir uma série com o braço esquerdo e, depois, outra com o direito.
Não prender a respiração
Em primeiro lugar, o ato de segurar o ar sugere que a carga do treino está pesada demais — o que, nesse pessoal, dispara a pressão. Isso sem contar que a atitude, por si só, aperta as veias e as artérias.
Descansar dois minutos entre uma série e outra
Esse tempo é necessário para que os níveis pressóricos retornem a um patamar seguro. Em comparação, um repouso de 30 a 45 segundos é suficiente para quem não tem hipertensão.
2. Diabete
Em uma revisão de 14 pesquisas, experts da Universidade de Viena, na Áustria, descobriram que combinar o treino aeróbico com o de resistência é a estratégia perfeita para regular a glicemia em diabéticos do tipo 2. De um lado, corridas e pedaladas queimam glicose em larga escala. Do outro, os aparelhos da academia fortalecem bíceps, tríceps e companhia. Assim, eles conseguem estocar mais desse substrato, tirando-o da circulação.
Medir a glicemia antes, durante e depois
Quando as taxas estão estratosféricas ou mínimas, é bom pular a sessão. E, se caírem depressa durante ou após a ralação, recorra a isotônico, suco de laranja ou até sachês de glicose.
Entrosar o exercício com o tratamento
A regra vale sobretudo para os sujeitos que aplicam insulina. Em geral, os médicos diminuem a dose a ser injetada nos dias em que o diabético vai se mexer. Isso para afastar a hipoglicemia.
3. Obesidade
Já adiantamos: puxar ferro sem equilibrar a dieta não implicará um grande emagrecimento. Segundo a tese de doutorado da educadora física Valéria Bonganha, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, cinco meses de exercícios de força, em conjunto com outros aeróbicos, não derrubaram o ponteiro da balança em 24 homens obesos. Eles apenas mantiveram mais ou menos os mesmos quilos, porém trocaram gordura por massa magra — e f**aram menos propensos a sofrer panes no coração.

Investir em treinos curtos e intensos
Após um período de adaptação, vale apostar em séries com menos repetições e cargas altas. Isso fortalece muito os músculos — e, vigorosos, eles queimam mais calorias.
Priorizar abdômen e costas
A barriga sobrecarrega a coluna, fomentando desvios posturais. Daí a importância de realizar atividades capazes de enrijecer a musculatura dorsal. Converse com seu treinador a respeito.
4. Fibromialgia
Pessoas com essa síndrome têm até medo de fazer ginástica. Isso porque a condição provoca incômodos dos pés à cabeça, que pioram quando se mexe além dos limites. Na contramão, práticas leves funcionam como um remédio para amenizar os sintomas da fibromialgia. Nesse contexto, a musculação, apesar de não ser prescrita no início do treinamento, auxilia a remover toxinas dos músculos, afastando as dores.
Levantar pesos leves e progredir lentamente
Nas primeiras vezes que pisa na academia, o fibromiálgico não raro apenas executa o gesto de um exercício, sem carregar carga alguma — a meta é não disparar sensações dolorosas.
Programar o horário
Boa parcela dos pacientes reclama de desconfortos logo depois de acordar e à noite. Uma tática interessante é agendar os treinos nos momentos em que as dores dão uma trégua.
Não forçar regiões sensibilizadas
Se o ombro está pegando durante uma sessão, deixe-o de lado e trabalhe outras partes do corpo. Quando ele parar de incomodar, você compensa.
5. Sarcopenia
Marcada pela degeneração das fibras musculares e mais frequente entre os idosos, a sarcopenia é rechaçada pelos halteres. Em uma revisão da Universidade Católica do Sagrado Coração, na Itália, constatou-se que eles não só abrandam a perda de massa magra como asseguram mais autonomia e afugentam as dores. Contudo, os exercícios devem ser conduzidos com cuidado redobrado e acompanhamento próximo.
Elevar a intensidade
Quanto mais peso na barra, maior o estímulo a fibras musculares do tipo 2 — as mais afetadas pela sarcopenia. Mas lembre-se: antes de pegar pesado, é vital passar pelo consultório.
Conversar sobre suplementação
Preparos como o whey protein, se combinados às sessões de malhação, colaboram para o fortalecimento muscular. Só não vale engolir os suplementos sem checar as reações adversas com o doutor.
6. Osteoporose
O risco de uma queda render fraturas cresce em gente com ossatura frágil. Felizmente, músculos de aço servem como amortecedores de impacto e trazem equilíbrio. Como se não bastasse, as atividades de resistência solidif**am o esqueleto. Elas incitam o depósito de cálcio nos ossos. Um artigo da Universidade Walsh, nos Estados Unidos, demonstra ainda que sujeitos com osteoporose que vão à academia regularmente dependem menos de terceiros para cumprir tarefas do cotidiano.
Valorizar exercícios funcionais
Eles mobilizam os grupos musculares mais exigidos no dia a dia – graças a isso, incrementam a coordenação, o equilíbrio e a postura, fatores cruciais na prevenção de tropeços.

Reforçar as áreas enfraquecidas
As vértebras e o fêmur (localizado na coxa) entram na lista dos ossos mais comprometidos pela doença. A meta, então, é fortif**ar a musculatura que os sustenta.
7. Osteoartrite
Também conhecida como artrose, ela nada mais é do que um desgaste das juntas. E a musculação é um dos métodos mais ef**azes para proteger as articulações, porque favorece a produção do líquido sinovial, que mantém as cartilagens nutridas e íntegras. Aliás, pernas torneadas também absorvem parte da sobrecarga imposta a joelhos, quadris e tornozelos — aí, as dores e a rigidez articular atrapalham menos. A única questão reside no fato de que indivíduos com osteoartrite costumam ser mais velhos e padecer com o excesso de peso, fatores que demandam atenção na hora de planejar o treino.
Reduzir as repetições e aumentar a carga
Desde que adotada com a orientação de um professor, essa técnica dá um gás a mais às fibras musculares que seguram o tranco imposto às juntas toda vez que damos um passo ou subimos a escada.
Dar foco à área abalada
Quem sofre com artrose de joelho, por exemplo, faz de tudo para não usar a perna afetada de apoio. Ocorre que o desuso enfraquece os músculos, abrindo as portas para mais incômodos. O jeito é dedicar tempo ao desenvolvimento do local debilitado.
Evitar a cadeira extensora
Fala-se muito do agachamento — e de fato é bom tomar cuidado com ele. Entretanto, a cadeira extensora traz um risco maior ao joelho com osteoartrite, pois concentra a sobrecarga em uma pequena região da cartilagem. Busque alternativas com o educador físico.
8. Lombalgia
A dor na base da coluna é uma velha conhecida dos brasileiros: corresponde a nove entre dez denúncias de desconforto nas costas. Para suavizar o incômodo, especialistas pedem para enrobustecer toda a musculatura do abdômen. É como colocar um apoio a mais para sustentar o telhado de uma casa.
Lançar mão do Core training
A prática emprega bolas suíças, elásticos e outros equipamentos para ativar músculos abdominais profundos que mal são recrutados com as máquinas tradicionais e ajudam a estabilizar a coluna. Pilates e exercícios funcionais são outras ótimas opções.
Não fazer levantamento terra e agachamento
Apesar de populares, esses exercícios pressionam os discos que se localizam entre uma vértebra e outra. Em uma lombar frouxa, isso é sinônimo de reclamações pós-treino.
Alongar
O estica e puxa alivia tensões na região lombar. Mas é necessário cautela e uma evolução gradual. Insistir em encostar as mãos na ponta dos pés com a perna reta pode gerar arrependimentos.
9. Parkinson
Na USP, a profissional de educação física Carla da Silva Batista e seus colegas vêm testando o efeito da musculação nos portadores dessa doença neurodegenerativa. Primeira conclusão: ela combate o enfraquecimento do corpo, uma das repercussões mais comuns do problema. E os treinos, dependendo de como são conduzidos, também amenizam os tremores. Recentemente, vimos que práticas que exigem coordenação motora e equilíbrio ofereceriam melhores resultados nesse sentido. Mas, ao recorrer a tais exercícios — os funcionais estão entre eles —, é imprescindível ter um profissional ao lado. Ele pode impedir quedas decorrentes de um gesto involuntário.
Executar o movimento completo
Se estiver no aparelho de leg press, por exemplo, estique as pernas completamente ao empurrar a carga. A tática, que vale para qualquer equipamento, evita a atrofia muscular típica do Parkinson. Outra coisa: sessões de alongamento são vitais.
Usar bola, elástico, corda — mas com alguém ao lado
Apetrechos como esses trazem um componente de instabilidade na ginástica, o que atenuaria os tremores. Mas, se não tiver um expert por perto, restrinja-se aos aparelhos tradicionais.
Malhar só depois de tomar o medicamento
As dr**as contra o Parkinson demoram cerca de uma hora para surtir efeito. É nesse momento que a prática da musculação será mais segura e eficiente.
10. Asma
Não dá pra negar que as atividades aeróbicas, por botarem os pulmões para trabalhar, são as mais recomendadas a quem enfrenta esse perrengue. Todavia, elas podem disparar crises de falta de ar. Para quem sofre direto com ataques durante ou após a corrida, a musculação é uma alternativa, já que demanda menos do sistema respiratório. Aí, a intensidade tem de ser leve ou moderada. É verdade que ela não aperfeiçoa muito a capacidade de inspirar e expirar, porém revigora o tronco e os membros — o que é de grande valia em uma turma que tende a f**ar sedentária e fraquinha.
Diminuir a carga e elevar o número de repetições
Trata-se de uma fórmula certeira para exigir menos dos pulmões sem abdicar da massa magra. Um treino muito vigoroso às vezes serve de gatilho para crises de falta de ar nas pessoas com a asma menos controlada.
Levar o inalador para a academia
Ao longo do treino, as crises eventualmente dão as caras – mesmo se a respiração não estiver ofegante. E, nessas emergências, uma bombinha no bolso faz enorme diferença. Nada de esquecê-la em casa!
Fortif**ar o peitoral e as costas
Em geral, os asmáticos apresentam uma anteriorização dos músculos da caixa torácica — ou seja, os ombros se inclinam pra frente. De modo a compensar o desvio, não se esqueça de trabalhar peito e costas.
11. Doença renal crônica
Quando os rins param de filtrar o sangue adequadamente, substâncias tóxicas sobram na circulação. Essas moléculas, por sua vez, disparam um processo inflamatório que arrasa panturrilha, glúteos… A malhação estimula a musculatura e contra-ataca sua degeneração, o que se traduz em maior qualidade de vida. Tonif**ar o corpo também mantém o diabete e a hipertensão, dupla que danif**a os rins, sob rédeas curtas. Com orientação, dá até pra se exercitar na hemodiálise.
Não mexer muito o braço com o acesso
Quase todo mundo que se submete à diálise passou por uma cirurgia para adaptar vasos do braço ao procedimento. Para não inviabilizar o acesso, deixe esse membro mais quieto.
Regular a ingestão de água
A doença renal crônica pode culminar em um acúmulo de líquidos. Principalmente quem faz hemodiálise deve discutir com o médico o jeito ideal de se hidratar durante a musculação.
12. Câncer
Entre as reações adversas de determinados quimioterápicos e da radioterapia está a perda de massa magra. Mas uma revisão da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que o treinamento de força faz com que os músculos não definhem. De quebra, movimentar-se durante a fase aguda do tratamento aumenta a disposição e pode até auxiliar na luta contra o tumor. Agora, o treinamento de alguém com câncer tem que ser obrigatoriamente supervisionado – até porque cada tipo requer cuidados específicos, que ainda variam de acordo com o paciente.
Reforçar regiões abaladas
As cirurgias que visam extirpar os esconderijos de células tumorais podem limitar a movimentação de um ou outro membro. Exercitá-lo com orientação minimiza as sequelas.
Mexer-se quando os sintomas somem
Se enjoo e cansaço surgem pra valer à tarde, que tal fazer ginástica de manhã? No início é mesmo difícil, mas o esforço com certeza será recompensado com mais ânimo e disposição nos dias seguintes.

Há incontáveis tipos de exercício que podem fazer parte de um treino de musculação. SAÚDE revela quais os mais indicados para combater uma dúzia de doenças

24/01/2017

Bom dia meus amigos, olhem que dicas interessante sobre uma boa execução dos exercícios X Biomecânica, para que não ocorra lesões provenientes de execuções erradas, segundo o site:
http://dicasdemusculacao.org/boa-execucao-exercicios-biomecanica-natural-execucao-correta.
Descubra como funciona a execução correta e a biomecânica natural individual, para que você possa fazer os exercícios com menos chances de lesões e mais chances de sucesso!
Você, em algum momento já deve ter sido alertado que estava realizando um exercício incorretamente ou que poderia atingir melhor eficiência nele fazendo-o de outra forma, não é? Isso se deve ao fato de que existem padrões estabelecidos através de estudos que visam otimizar um treinamento (seja ele de qual modalidade for, inclusive da musculação), evitando também prejuízos. Mas, seria isso aplicável a todo e qualquer momento mais ainda, para todo e qualquer indivíduo?
Biomecânica
Decompondo o nome “biomecânica” em “Bio”, que signif**a “vivo” ou “vida”, e “mecânica” que vem de “movimento”, podemos a definir como sendo o movimento de algo vivo, movimento de tudo que tem vida. Assim, é possível estudar a biomecânica de alguém que está em qualquer tipo de movimento, independente de qual seja ele.
Falar de biomecânica é adentrar em um meio muito complexo e, apesar de bastante estudado, esse é um ramo que ainda sofre não só controversas por parte dos estudos científicos e das inúmeras conclusões geradas sobre eles, mas f**a também à mercê de situações que devem individualmente ser levadas em consideração.
Entretanto, quando a biomecânica nos direciona aos exercícios físicos, sejam eles resistidos com pesos ou não, há grande variabilidade nos quesitos de execução. Isso porque, teoricamente existem técnicas e “formas corretas” de execução, a qual gere o máximo de eficácia, mas, com o mínimo de danos e possibilidades de erros/acidentes e outros. Porém, até que ponto podemos considerar essas “regras” um padrão aceitável para todos os indivíduos? E, até que ponto podemos considerar que um indivíduo está executando um movimento inadequadamente, sem antes levar em consideração questões biomecânicas imutáveis? Entenderemos um pouco mais a respeito no decorrer do texto.
Execução correta
Quando nascemos, temos o dom de executar movimentos da maneira mais perfeita do mundo. Por exemplo, um bebê agacha corretamente com quadril e joelhos e não com a lombar, como os adultos, ele tem um senso de tirar as coisas do solo com os joelhos e quadris, não com a lombar, como os adultos, entre outros. Porém, com os maus hábitos adquiridos com o decorrer da vida, perdemos essa “arte” e passamos a “desaprender” dados movimentos, nos viciando em formas incorretas de execução e, acarretando inúmeros problemas motores, que muitas vezes passam até despercebidos.
Porém, com o treinamento correto, em quaisquer modalidades, é possível recuperar parte deles ou ao menos, amenizar vícios que trazemos conosco. Por isso da importância de se estudar a biomecânica de cada modalidade a fim de criar certos protocolos que possam servir como guias na hora de iniciar ou progredir em um treinamento.
Dessa forma, através de observações, pesquisas e, claro, experimentos, são criados “padrões de movimento” os quais passam a serem espécies de “regras” que visam melhorar o movimento, ou trazê-lo ainda de uma forma segura.
Por exemplo, se formos analisar um movimento como a flexão de cotovelos em pé, vamos aderir uma posição ereta com a região do core “travada” e devidamente contraída, joelhos semi-flexionados, linha dos cotovelos um pouco a frente da linha lateral do tronco, braços em posição anatômica (palmas das mãos voltadas para frente) e então, executamos o movimento. Esse resumidamente é o “padrão” da famosa rosca direta (obviamente, de maneira bem simplória). Da mesma forma, então, se estabelecem outras formas de execução padronizadas para os demais exercícios.
Tudo que fugir dessa regra, muito provavelmente será considerado errado. Um indivíduo que estiver com uma extensão leve de ombro durante o movimento, teoricamente estaria realizando um movimento inadequado. Um indivíduo que tirasse a posição contraída de seu core, também estaria. Porém, isso realmente pode ser considerado um erro?
A biomecânica natural e individual
Se a biomecânica é a ação de algo vivo, devemos entender que existem particularidades nesse movimento, pois, cada ser é único. As constituições corpóreas são diferentes, o sistema neuromotor também entre outros fatores. Claro, tudo isso dentro de padrões médios, de maneira muito individual. Sabe-se que, por exemplo, para se fazer a flexão do ombro, são necessários músculos como o deltoide anterior, o peitoral maior, o coracobraquial, o bíceps braquial entre outros. Porém, o tamanho desses músculos, o tamanho dos ossos envolvidos (úmero, escápula etc), a área de inserção e origem exata desses músculos, a densidade dos ossos e músculos entre outros fatores neurológicos são bastante diferentes de pessoa para pessoa. E isso resulta em uma movimentação diferente, por mais que muitas vezes não se consiga observar isso a olho nu. Um músculo talvez seja mais ativado do que outro, um osso tenda a ter uma resistência maior do que o de outra pessoa etc.
Mas, o que isso tem a ver com os exercícios? Ora, tudo! Se estamos falando que exercícios são dados movimentos do corpo então, cada qual terá particularidades na execução de um movimento.
Não é por acaso que alguns tendem a fazer uma elevação frontal (flexão de ombros) com os cotovelos mais flexionados, outros com eles mais estendidos, alguns com uma rotação de braços e antebraços mais interna, outros, mais externa… Alguns com uma maior ou menor flexão de joelhos (para estabilizar o corpo no movimento) e assim por diante. Apesar dessas particularidades, todos estão dentro dos mesmos padrões de movimento, diferente daquele que está fazendo a flexão de ombros usando mais força dos músculos da região da coluna vertebral do que da cintura escapular, braços e antebraços, propriamente ditos. Esse constitui-se num erro de técnica (a começar pelo excesso de carga), não por uma variação biomecânica.
Analisemos uma pessoa que tem grande ossos nos membros inferiores (fêmur, tíbia e fíbula) e não consegue um bom agachamento profundo. Ele também deve ter algum encurtamento natural nos músculos flexores do tornozelo. Isso naturalmente limitará o seu movimento e a falta do agachamento mais do que 90º com profundidade não é um erro, mas, uma particularidade individual o qual naturalmente ele é impossibilitado de fazer. Assim como alguém que tem uma grande região dorsal e não consegue manter os cotovelos aproximados ao realizar o tríceps francês com as duas mãos simultaneamente.
Essas variações anatômicas são perfeitamente aceitáveis e são específ**as de cada um de nós, com nossas singulares particularidades.
Existem alguns teóricos que costumam afirmar que um exercício pode ser mais ef**az se realizado com pouca carga, mas, da maneira correta. Devo concordar com a afirmação em partes, o que é possível observar na prática é que algumas modif**ações de movimentações naturais podem mais ser prejudiciais quanto funcionais, tanto para o rendimento quanto para o impacto físico. Imagine, que você não fecha em grande escala os cotovelos ao realizar o tríceps testa com barra (reta, cabos ou EZ). Se você forçar muito os cotovelos para dentro, fazendo uma rotação medial do braço, muito provavelmente corre o risco de sobrecarregar algumas estruturas, inclusive, desenvolver epicondilite. A tróclea também pode acabar sendo afetada. E, além de tudo, você ainda perde no quesito de incremento de carga. Um indivíduo com ossos largos no agachamento, como supracitado, também pode acabar sobrecarregando demais a região lombar. Portanto, muitas vezes, a naturalidade TAMBÉM é fundamental!
Vale a pena fazer modif**ações?
Já que alguns padrões de movimentos individuais são imutáveis, muitas pessoas driblam esses problemas com adaptações. Vamos usar o mesmo exemplo do indivíduo de ossos longos no agachamento livre. O que ele faz, normalmente, para aumentar a sua amplitude de movimento e agachar mais profundamente? Coloca calços (com anilhas, pedaços de madeira etc) na região do calcanhar. Isso força uma pequena inclinação do corpo para frente e aumenta a flexão do tornozelo. Mas, estaria ele, de fato arrumando o movimento ou colocando uma adaptação funcional? Na verdade, apenas adaptando… E isso pode ser considerado funcional? Digamos que sim… Se o objetivo dele for unicamente delinear e trabalhar a musculatura, entre outros, é válido sim. Porém, se o intuito dele é aumentar performance de movimento, aumentar sua força bruta entre outros, certamente não, pois, a naturalidade do corpo falará mais alto.
Assim, valerá a pena fazer modif**ações em alguns casos e aí, novamente a importância de se avaliar cada quadro individualmente, contemplando cada individuo de uma forma.
Conclusão:
A biomecânica é essencial para a boa movimentação do corpo nos exercícios, para isso, alguns padrões foram estabelecidos a fim de propiciar segurança e eficácia nesses movimentos. Entretanto, como estamos falando da variabilidade que há no corpo humano, faz-se necessário avaliar as particularidades e individualidades de cada qual, promovendo os melhores ajustes a cada um deles.
Certamente, nem sempre o padronizado é o melhor aplicável e a experiência do profissional que irá te guiar, será um fator de altíssima importância para o seu desenvolvimento e a preservação de suas íntegras condições físicas. Portanto, jamais negligencie a busca pelo melhor que puder optar!

27/11/2016

Boa noite amigos, olhem que dicas interessante sobre os benefícios da prancha isométrica, segundo o site: https://www.minhavida.com.br/fitness/listas/22936-6-beneficios-da-prancha-isometrica-e-dicas-para-comecar

Benefícios da prancha isométrica
Prática, eficiente e rápida, a prancha isométrica pode ser feita sem sair de casa, sem nenhum tipo de aparelho ou acessório e ainda exercita o seu corpo inteiro.
1. Deixa o seu corpo mais forte
Esse exercício consegue trabalhar uma região muito importante do corpo: o core, o cinturão que envolve a região do abdômen a coluna e que é integrado por 29 pares de músculos. "Essa região central traz muitos benefícios para o corpo inteiro", conta o professor Fabrício Reimberg, da academia Just Fit. Ao exercitar esse grupo muscular, você fortalecerá o abdômen, a lombar, os glúteos e os oblíquos, ganhando mais força para realizar outros exercícios do seu treino.
2. Acelera o metabolismo
Os exercícios isométricos consistem em f**ar parado em uma posição por alguns segundos (e até minutos), justamente o que ocorre na execução da prancha. "Por ser uma isometria, você vai trabalhar o corpo todo para sustentar a posição e essa estabilização para manter o equilíbrio acaba acelerando o metabolismo", reforça o professor.
3. Previne lesões
"Com o fortalecimento do core, a prancha ajudará na prevenção de lesões na hérnia de disco, na coluna e na lombar, por exemplo", conta Fabrício. Inclusive, o Conselho Americano de Exercício recomenda a prancha para reduzir as famosas dores nas costas, pois o seu alto poder de fortalecimento auxilia do suporte da região superior do corpo.
4. Melhora a postura
Além de um corpo definido, você pode conquistar também uma postura correta com a prática da prancha. "Isso acontece porque quando você tem a musculatura forte da região central do corpo e dos músculos abdominais, o movimento natural do corpo é de deixar a postura mais ereta, por causa da sustentação", afirma Fabrício.
5. Trará equilíbrio
Sabe quando você vai se alongar e precisa f**ar apoiado em uma perna só, mas em poucos segundos perde o equilíbrio? Isso pode ser solucionado pela prancha. "O desafio de manter-se estabilizado durante o exercício, sem sair da posição, deixará o corpo mais equilibrado com o passar do tempo e da prática", destaca o professor.
6. Você f**ará mais motivado
Por envolver diversos níveis de dificuldade e variações, a prancha costuma ser desafiadora. Com a evolução da prática, você se colocará metas para aguentar mais tempo. "O desafio que você criará para você mesmo traz um ganho emocional e motivador", revela Reimberg.

Exercício define a barriga e trabalha o fortalecimento do corpo inteiro. Especialista explica como começar a praticar

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