26/02/2022
Caros associados, treinadores, árbitros e atletas,
Recebemos da Federação Portuguesa de Taekwondo (FPT) convocatórias para realizar 4 Assembleias Gerais no próximo dia 27(prazo de 5 dias), sem sequer disponibilizar a documentação. O objetivo era aprovar os seguintes documentos:
1) Relatório de atividades de 2018;
2) Relatório de contas e atividades de 2019;
3) Relatório de atividades e contas 2020;
4) Plano de atividades de 2021;
5) Taxas e quotas 2021;
6) Orçamento de 2021;
7) Plano de atividades de 2022;
8) Taxas e quotas de 2022
9) Orçamento de 2022.
A direção da Federação Portuguesa de Taekwondo não cumpre os estatutos da FPT, a lei geral e desenvolveu a sua atividade nos últimos 3 anos à margem da lei e da Assembleia geral. É um regime que não preza a democracia, o respeito pelas leis e que agora pretende fingir que a assembleia geral da FPT é importante.
Esta foi a nossa resposta que vos dou conhecimento:
"Caríssimo Fernando Parente,
Verificamos que o prazo de convocatória viola a lei em vigor. Para uma instituição que pretende afirmar-se socialmente e submeter um processo de UP não é admissível que o inicie com uma ilegalidade. Verificamos também que até à data não foi disponibilizada nenhuma documentação de suporte.
Informamos que a ATLX irá fazer tudo ao seu alcance para que a legalidade seja cumprida. É a nossa obrigação. Recomendamos que agende as referidas assembleias para outra data, onde se cumpra a lei em vigor e se possa analisar com atenção os documentos enviados.
O bom senso poupará recursos jurídicos e financeiros à ATLX e à FPT. E evita-se que a imagem da FPT nas diversas entidades que regulam a modalidade (SEJD, COP, IPDJ, WT e ETU) se deteriore ainda mais, na sequência da realização de 4 Assembleias Gerais, com um prazo de convocatória de apenas 5 dias, sem distribuição de documentação de forma atempada.
Tempo não faltou para que as diversas Assembleias Gerais necessárias fossem realizadas. Vamos por favor fazer as coisas dentro da lei e com tempo.
Com os melhores cumprimentos"