Movimento VSC: Vencer. Sentir. Crescer

Movimento VSC: Vencer. Sentir. Crescer Movimento independente de Vitorianos para pensar e construir um Vitória SC mais forte, mais moderno e vencedor. O futuro do VSC começa aqui!

Um espaço livre de quem acredita que o Vitória pode liderar em Portugal e afirmar-se na Europa.

Hoje é dia de clássico, o melhor de todos. E há jogos que valem mais do que três pontos.Na crónica “Do Castelo à Conquis...
31/08/2026

Hoje é dia de clássico, o melhor de todos. E há jogos que valem mais do que três pontos.

Na crónica “Do Castelo à Conquista”, Diogo Leite Ribeiro, membro do Movimento VSC, escreve sobre a rivalidade entre Vitória SC e SC Braga, mas sobretudo sobre aquilo que este jogo deve representar para o Vitória: história, identidade, ambição e vontade de conquistar.

https://www.zerozero.pt/opiniao/conquistadores-vs-guerreiros/2880

Um olhar que recorda o passado, questiona o lugar que temos ocupado no futebol português e aponta para aquilo que deve ser a nossa exigência: um Vitória capaz de transformar a sua enorme força social e identidade numa presença mais regular entre os melhores.

Hoje, na Pedreira, queremos um grande espetáculo, respeito entre adeptos, entrega total dentro de campo e um Vitória à altura da sua história.

E, se possível, que o desfecho volte a ser aquele que todos desejamos.

Porque duas subidas ao pódio sabem a pouco para a força do Conquistador.

É hora de voltar a conquistá-lo.

Vencer. Sentir. Crescer.
Movimento VSC

Toda a informação sobre todas as ligas, competições internacionais de clubes e selecções, bem como acesso a resultados de torneios e ligas particulares. Aqui não há intervalo... tenha sempre acesso a informações actuais, rigorosas, curiosas e divertidas sobre o maior espectáculo do mundo....

O Vitória não é apenas um clube da cidade. É parte da própria identidade de Guimarães.Na sua nova crónica, André Mota Ri...
26/08/2026

O Vitória não é apenas um clube da cidade. É parte da própria identidade de Guimarães.

Na sua nova crónica, André Mota Ribeiro, sócio do Vitória e membro do Movimento VSC | Vencer. Sentir. Crescer., escreve sobre uma relação difícil de explicar a quem a observa de fora, mas profundamente natural para quem nasceu e cresceu em Guimarães: a ligação umbilical entre o Vitória e a cidade.

Uma ligação que herdámos, mas que não podemos tomar como garantida.

André deixa, por isso, uma reflexão particularmente importante sobre o futuro. Num futebol cada vez mais globalizado, comercial e distante das comunidades que deram origem aos clubes, preservar esta identidade exige mais do que memória e paixão. Exige estratégia, envolvimento e responsabilidade.

Do Vitória, naturalmente. Mas também da cidade, do Município, das escolas, das empresas, das associações e, sobretudo, das novas gerações.

Há uma ideia nesta crónica que merece especial atenção: a identidade também se trabalha.

Queremos um Vitória maior, mais moderno e mais competitivo. Mas crescer não pode significar perder aquilo que nos torna diferentes. Pelo contrário. A força para crescer deve começar precisamente aí: numa cidade que vive o seu clube e num clube que representa verdadeiramente a sua cidade.

Porque o futuro do Vitória não se constrói apenas dentro das quatro linhas.

Constrói-se também na capacidade de fazer com que uma criança vimaranense continue a sentir, daqui a vinte ou cinquenta anos, aquilo que tantas gerações sentiram antes dela: o Vitória não se escolhe. Herda-se, vive-se e transmite-se.

Uma excelente reflexão de André Mota Ribeiro, que recomendamos vivamente.

Vencer. Sentir. Crescer.
Pensar o Vitória. Construir o futuro.

A opinião de André Mota Ribeiro

LIBERDADE PARA DEBATER. CORAGEM PARA ASSUMIR.Nos últimos tempos têm surgido, em torno do Vitória Sport Clube, várias con...
19/08/2026

LIBERDADE PARA DEBATER. CORAGEM PARA ASSUMIR.

Nos últimos tempos têm surgido, em torno do Vitória Sport Clube, várias contas anónimas, perfis falsos e páginas cuja autoria ninguém conhece. Algumas delas tiveram, durante o período eleitoral, uma intervenção particularmente agressiva contra a candidatura da Lista C.

Sobre este assunto, queremos ser absolutamente claros: nunca criámos, promovemos ou utilizámos qualquer perfil falso ou conta anónima. Nunca!

Não precisamos disso para defender aquilo em que acreditamos. Não nos revemos em estratégias obscuras, campanhas subterrâneas ou tentativas de condicionar a opinião dos associados através de identidades fabricadas.

Damos a cara pelas nossas ideias. A nossa força está na qualidade das pessoas que connosco caminham, na competência das nossas propostas e na ambição que temos para o futuro do Vitória.
Acreditamos que o talento vence o caciquismo. E não mudaremos essa forma de estar.

Por isso, rejeitamos de forma clara qualquer tentativa de associar o Movimento VSC, ou qualquer pessoa que o integre, à criação, utilização ou promoção de contas falsas ou perfis anónimos.

Mas esta posição não pode ser confundida com uma tentativa de limitar a liberdade de expressão. Muito pelo contrário.

Defendemos a liberdade de expressão de todos os vitorianos, incluindo daqueles que discordam de nós.

As Assembleias Gerais são, por natureza, o espaço institucional privilegiado para discutir o Vitória. É aí que os associados podem questionar diretamente os órgãos sociais, confrontar ideias, exigir esclarecimentos, apresentar propostas e, sobretudo, transformar opinião em participação efetiva nas decisões do Clube.

Mas o debate sobre o Vitória não começa nem termina à porta de uma Assembleia Geral.
Os associados têm todo o direito de falar sobre o seu Clube onde entenderem. Nas associações, nos cafés, nas bancadas, entre amigos, na comunicação social ou nas redes sociais. Concordando ou discordando. Apoiando ou criticando.

Não queremos um Vitória da lei da rolha. Queremos um Vitória de associados informados, exigentes, participativos e livres.

E essa liberdade traz também responsabilidade. Há uma diferença entre criticar e difamar, entre questionar e inventar, entre discordar frontalmente e atacar escondido atrás de uma identidade falsa.

Bom vitoriano não é aquele que está calado. Bom vitoriano é aquele que participa, questiona, comunica, propõe e ajuda a construir.

De preferência também nas Assembleias Gerais, onde a sua voz tem força institucional. Mas sempre com total liberdade para se expressar por qualquer outra via.

Podemos discordar profundamente uns dos outros e continuar unidos naquilo que verdadeiramente importa: o Vitória.

É essa cultura que queremos ajudar a construir.
Mais participação. Mais debate. Mais ideias. Mais Vitória.

Vencer. Sentir. Crescer.

🖤🤍⚔️

Mais um excelente contributo de Rui Cunha, membro do Movimento VSC, para uma discussão que o Vitória não pode evitar.Com...
16/08/2026

Mais um excelente contributo de Rui Cunha, membro do Movimento VSC, para uma discussão que o Vitória não pode evitar.

Com a expansão da rede da V Sports, do Aston Villa ao Real Unión e, mais recentemente, ao FC Annecy, há uma pergunta que merece ser feita: qual deve ser o papel estratégico do Vitória dentro deste ecossistema?

Rui Cunha vai além da discussão simplista sobre se a V Sports é ou não importante para o Vitória. Inverte a questão: como podemos tornar o Vitória indispensável para a V Sports?

A entrada do Annecy no capital da V Sports demonstra que existem hoje diferentes plataformas para circulação e desenvolvimento de talento. O Vitória não pode limitar-se a ser mais um destino possível dentro dessa rede. Tem de construir uma posição própria, diferenciadora e difícil de substituir.

E temos ativos poderosos para o fazer: uma formação reconhecida, conhecimento do mercado português, ligação privilegiada ao universo lusófono, capacidade de scouting, história, identidade, uma massa associativa única e uma cidade profundamente ligada ao Clube.

A ambição deve ser maior: fazer de Guimarães o hub português, lusófono e atlântico da V Sports, criando valor para a rede sem nunca abdicar da autonomia, identidade e interesses do Vitória.

Um texto inteligente, provocador e, sobretudo, estratégico. Vale muito a pena ler.

Vencer. Sentir. Crescer.

A opinião de Rui Cunha

O Movimento VSC manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Emílio Macedo da Silva, antigo Presidente do Vitória ...
13/08/2026

O Movimento VSC manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Emílio Macedo da Silva, antigo Presidente do Vitória Sport Clube.

Figura marcante da história recente do nosso Clube, Emílio Macedo da Silva liderou o Vitória num período particularmente exigente. Sob a sua presidência, o Clube regressou à Primeira Liga e alcançou, na época 2007/2008, um extraordinário 3.º lugar no Campeonato Nacional, a última vez que o Vitória terminou no pódio da principal competição do futebol português.

Como qualquer Presidente, teve decisões que geraram concordância e outras que suscitaram divergências. Faz parte da vida de um grande Clube. Mas há momentos em que as diferenças devem dar lugar ao reconhecimento e ao respeito por quem assumiu a responsabilidade de servir o Vitória e deixou a sua marca na sua história.

O Movimento VSC apresenta as mais sentidas condolências à família e aos amigos de Emílio Macedo da Silva, bem como a toda a família vitoriana.

À família, a nossa solidariedade. À sua memória, o nosso respeito.

Descanse em paz, Presidente.

No Movimento VSC: Vencer. Sentir. Crescer. acreditamos que um Vitória mais forte também se constrói com ideias.Partilham...
03/08/2026

No Movimento VSC: Vencer. Sentir. Crescer. acreditamos que um Vitória mais forte também se constrói com ideias.

Partilhamos hoje mais um artigo de opinião do nosso membro Rui Cunha, que recorre a uma analogia entre a biologia e a realidade do clube para lançar uma reflexão profunda sobre identidade, autonomia, relações institucionais e os riscos de determinadas dependências.

Independentemente de cada um retirar conclusões próprias, este é um texto que acrescenta qualidade ao debate. Num tempo em que tantas vezes se privilegia o ruído em detrimento da argumentação, é importante que existam vozes que nos desafiem a pensar o presente e o futuro do Vitória com rigor, cultura e sentido crítico.

É precisamente este o espírito que queremos promover: um movimento onde há espaço para o pensamento livre, para o debate fundamentado e para a participação ativa dos associados. Porque amar o Vitória não é apenas sentir. É também refletir, questionar e contribuir.

Convidamos todos os vitorianos a lerem este excelente artigo de Rui Cunha e a participarem nesta reflexão.

O Vitória será sempre mais forte quando as ideias circularem livremente e quando o respeito prevalecer sobre o ruído.

A opinião de Rui Cunha

A nova época aproxima-se. É tempo de cerrar fileiras.O Movimento VSC deseja a maior sorte e os maiores sucessos a todos ...
03/08/2026

A nova época aproxima-se. É tempo de cerrar fileiras.

O Movimento VSC deseja a maior sorte e os maiores sucessos a todos os atletas, equipas técnicas e estruturas do futebol do Vitória Sport Clube.

Ao plantel da equipa principal e ao treinador Tiago Margarido, à equipa B e ao treinador Gil Lameiras, à equipa feminina e ao treinador Marco Ramos, deixamos uma mensagem simples: representem este símbolo com ambição, coragem e orgulho.

Sabemos que vestir esta camisola é um privilégio, mas também uma enorme responsabilidade. Atrás de cada jogo estarão milhares de vitorianos a acreditar, a apoiar e a sofrer convosco.

Da nossa parte, encontrarão sempre apoio quando o clube for bem servido e exigência quando o Vitória puder e dever fazer melhor. Porque acreditamos que apoiar e exigir não são conceitos opostos. São duas formas de amar o mesmo clube.

Que seja uma época de crescimento, união, identidade e, acima de tudo, de vitórias.

Força Vitória. Estamos convosco!

Vencer. Sentir. Crescer.

Um texto que se sente 🤍🖤⚔️
26/07/2026

Um texto que se sente 🤍🖤⚔️

A opinião de Rui Cunha, sócio do Vitória n.º 1123

UM ORÇAMENTO SEM RUMO NÃO SERVE O VITÓRIANa primeira Assembleia Geral desta Direção, foi necessário contar os votos um a...
25/07/2026

UM ORÇAMENTO SEM RUMO NÃO SERVE O VITÓRIA

Na primeira Assembleia Geral desta Direção, foi necessário contar os votos um a um. O orçamento acabou aprovado com 100 votos favoráveis, 52 abstenções e 61 votos contra. Dos 213 associados que votaram, apenas 46,9% apoiaram o documento. Uma aprovação formal, mas longe de representar um apoio inequívoco.

O Movimento VSC votou contra porque este orçamento não responde aos problemas do Vitória.

O EBITDA positivo de 675 mil euros é um dado relevante, mas não apaga um resultado líquido negativo de 1,171 milhões de euros, quatro vezes superior ao prejuízo previsto no orçamento da época anterior.

Mais grave do que o prejuízo é a ausência de um caminho para o corrigir. O documento não identifica medidas estruturais para reduzir custos, diversificar receitas, melhorar a eficiência ou reforçar a sustentabilidade do Clube. Não define prioridades claras, metas quantificáveis, indicadores de desempenho ou prazos de execução. Também não demonstra como os recursos disponíveis concretizarão as promessas e a estratégia anunciadas pela Direção.

Um orçamento não pode ser apenas uma soma de receitas e despesas. Deve ser o principal instrumento de governação, traduzindo uma visão, escolhas concretas e resultados verificáveis.

Este não é um orçamento de mudança. É um orçamento de continuidade, que aceita o agravamento do prejuízo sem apresentar uma estratégia credível para inverter o rumo. Por isso, deveria ter sido rejeitado.

O Vitória precisa de ambição, competência e responsabilidade. Precisa de uma Direção que explique onde quer chegar, como pretende fazê-lo e como os associados poderão avaliar os resultados.

Publicamos, na íntegra, a declaração de voto apresentada por Viriato Sampaio, em nome do Movimento VSC.

Fiscalizar, exigir e propor não é fazer oposição. É defender o Vitória.

🤍🖤⚔️

O Movimento VSC saúda dois sinais positivos dados pela Direção nos últimos dias.O primeiro foi a reunião com representan...
10/07/2026

O Movimento VSC saúda dois sinais positivos dados pela Direção nos últimos dias.

O primeiro foi a reunião com representantes da VSports e do Aston Villa. Sempre defendemos - aliás fomos os primeiros a fazê-lo - que o Vitória deve manter um diálogo permanente, exigente e inteligente com o maior investidor externo da SAD. Ignorar um parceiro com a dimensão, experiência e conhecimento acumulado pelo Aston Villa nunca faria sentido. O importante é transformar essa relação em valor concreto para o clube, preservando sempre a identidade, autonomia e interesses do Vitória. As partes anunciaram precisamente a intenção de reforçar a cooperação nas áreas desportiva, financeira, comercial e de desenvolvimento de talento.
A nossa sugestão é clara: que desta aproximação resulte um plano de colaboração com objetivos, calendário e indicadores concretos. Intercâmbio de conhecimento, formação de treinadores, metodologias de scouting, desenvolvimento da academia, oportunidades comerciais e boas práticas de gestão podem representar ganhos reais para o Vitória. Os associados devem conhecer, dentro do possível, os resultados desta parceria.

O segundo sinal positivo foi a apresentação atempada dos novos equipamentos da Hummel, permitindo iniciar a época com a nova identidade já disponível para adeptos e equipas. A parceria representa uma nova etapa na imagem do clube.
Também aqui deixamos uma sugestão construtiva: os associados merecem conhecer os contornos estratégicos deste contrato. Durante a campanha eleitoral, quando questionado sobre este tema, o atual Presidente não esclareceu. Agora que a responsabilidade é sua, seria importante explicar aos sócios os objetivos da parceria, os benefícios esperados para o Vitória e a visão comercial que a sustenta.
Os associados aguardam esclarecimentos no local próprio para o fazer: a próxima Assembleia Geral.

O Vitória precisa de uma cultura de exigência, mas também de de construção. É esse o compromisso do Movimento VSC: unir os vitorianos em torno de uma visão de futuro, apresentar soluções concretas e ajudar a construir um Vitória mais forte, mais moderno e preparado para vencer.

Endereço

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Guimarães
VENCER.SENTIR.CRESCER.

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