Joana Esteves

Joana Esteves "Não sejas indiferente, FAZ a diferença"

É o que tento fazer diariamente.... A diferença

O que acham desta forma de educar?☺️
25/01/2022

O que acham desta forma de educar?

☺️

A britânica, que está a viver no Algarve, contou que as filhas "não têm hora para dormir, podem acordar quando querem e ditar o que fazem o dia todo, incluindo o que comem."

Muito interessante!
10/10/2021

Muito interessante!

alertam para que uma pré-escola cada vez mais académica resultará em crianças menos criativos, menos curiosas e menos capazes de raciocínio

A vida na aldeia ❤️
02/08/2021

A vida na aldeia ❤️

Olá Cidade, como estás?
Daqui é a Aldeia. Escrevo-te com a corda na garganta, acredita.
Sempre que ligo a televisão, leio os jornais ou ouço a rádio, lembro-me de ti.

Ao longo das últimas décadas, roubaste-me as minhas crianças, sem qualquer piedade, iludindo os coitados dos pais com uma vida repleta de luxos e algo mais. Mentiste-lhes, enganaste-os, exploraste-os e roubaste-me o futuro.

Mas se esta minha carta te está a causar perplexidade, vamos a factos concretos:

Prometeste-lhes liberdade e não passas de uma tortuosa prisão. Coitadinhas das minhas crianças, que por aí saem dos pequenos apartamentos, descem à garagem, entram nas viaturas e são despejadas em escolas gigantescas, apinhadas de outros prisioneiros. Ao final do dia, o ritual repete-se em sentido inverso.

Aqui, calcorreavam pelas ruas, livres, até à escola, gritando aos passarinhos, uns com os outros, gritando à vida o valor da liberdade. Aqui o parque é a natureza que os rodeia. Aqui, o melhor ginásio é subir paredes, subir às árvores e descer terra abaixo em direção ao prado. Aqui, abraçam-se uns aos outros diariamente, sem medo de abraço algum. Aqui, a liberdade sente-se no respirar de cada inspiração e no bater do coração.

Prometeste-lhe educação mas os meus meninos, que me roubaste, crescem cheios de medos, fobias, atrofias e outras porcarias. Crescem calados sem dizer um simples "bom dia" a ninguém, seja na rua ou no elevador dos prédios onde moram. Crescem a desconfiar de toda a gente. Crescem a tentar chegar primeiro do que o desconhecido, a tentar roubar o lugar ao conhecido e a tentar serem mais espertos que a própria esperteza. No final, não respeitam nada nem ninguém, apesar de falarem com modos, sem sotaque, baixinho e com voz meiga.

Aqui, as minhas crianças crescem educadas pelo contexto, respeitando os mais velhos e estimando-se uns aos outros, cumprimentando quem passa, sempre, perguntando se está tudo ou se precisam de alguma coisa. Aqui o amor é puro, como a liberdade, as bases do humanismo que alimenta o crescimento sustentável. Aqui, não são precisos psicólogos ou psiquiatras para corrigir fobias, desvios ou comportamentos inadequados. Aqui, o silêncio é o melhor dos spas, o respeito o melhor dos professores, a realidade a melhor das motivações e as pessoas a maior das paixões.

Sabes todos aqueles "luxos" sonhados para as nossas crianças das grandes cidades: aqui são grátis e estão à distância de um simples querer.

Viver na aldeia não deveria ser considerado atraso de vida, deveria sim ser considerado uma portentosa oportunidade para viver em sustentabilidade social, económica e ambiental.

Todos falam do aquecimento global e do fim do mundo, mas o que é bom mesmo é continuar a apinhar milhões de pessoas em meia dúzia de quilómetros quadrados, e fazer de conta que está tudo bem.

Até posso estar errado, mas de uma coisa tenho a certeza: viver na aldeia será mil vezes mais saudável do que viver numa cidade com um, dois, três, cinco ou dez milhões de habitantes, por mais Ferraris, helicópteros ou naves espaciais que por ali abundem.

É tão bom viver em liberdade!

Texto e foto:
Paulo Costa
Reservados

OS FILHOS DO TELEMÓVEL E DO QUARTO! Antes perdíamos os filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje perdemo-los dentro do...
29/07/2021

OS FILHOS DO TELEMÓVEL E DO QUARTO!

Antes perdíamos os filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje perdemo-los dentro do quarto! Quando brincavam nos quintais ouvíamos as suas vozes, escutávamos as suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo à distância, sabíamos o que se passava nas suas mentes.

Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrónicos nas suas mãos.

Hoje não escutamos as suas vozes, não ouvimos os seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro dos seus quartos e, por isso, pensamos estarem em segurança.

Quanta imaturidade a nossa‼️

Agora ficam com os auscultadores nos ouvidos, trancados nos seus mundos, construindo os seus saberes sem que saibamos o que é...

Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos nos relacionamentos com os pais, com os irmãos, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para a formação de crianças seguras e fortes, para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com os valores familiares.

Dentro dos seus quartos perdemos os filhos pois não sabem mais quem são ou o que pensam as suas famílias, já estão mortos da sua identidade familiar. Tornam-se uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles têm sido influenciados e os pais nem sempre sabem o que os seus filhos são.

Você hoje pode ler este texto e gostar, e porventura partilhar com os seus amigos/as. Pode encontrar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente.

Mas como profissional de saúde tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, que faço-lhe um convite e, por favor, aceite!

Convido-o/a a tirar o seu filho do quarto, do tablet, do telemóvel, do computador, dos auscultadores no ouvido; convido-o/a a comprar jogos de mesa, tabuleiros e chamar os seus filhos para a sala, para o seu lado, pelo mínimo 2 dias por semana, à noite (além do sábado e domingo).

E jogue, divirta-se com eles, escute as suas vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, "dando trabalho" e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes ao lar para que não precisem aventurar-se em brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!
(Texto adaptado de desconhecido).

Interessante!
09/03/2021

Interessante!

Na Visão encontrei um texto do Professor Mário Cordeiro que na altura me terá escapado e que merece reflexão “ Uma palmada na hora certa fa...

Um dia vai acontecer ❤️🍀
06/01/2021

Um dia vai acontecer ❤️🍀

Aprender ao ar livre e a brincar é parte do método da Escola Lá Fora, que chegou este ano a Lisboa

Preocupante!Muito preocupante!😔
15/11/2020

Preocupante!

Muito preocupante!

😔

"Pedi aos meus alunos do Secundário (cerca de 100) um depoimento escrito sobre o seu período de confinamento. Os meus grandes receios confirmaram-se: esta experiência, na maioria dos casos, foi mais traumática do que eu esperava". Os testemunhos recolhidos pela professora Carmo Machado

Chega para lá ❤️Adorei ❤️
17/09/2020

Chega para lá ❤️

Adorei ❤️

Regresso às Aulas!!! Chega para lá!!

Práticas felizes 💛
17/09/2020

Práticas felizes 💛

BOAS PRÁTICAS: Sestas ao ar livre

Pelo país fora, e sob o pretexto da covid, muitas sestas foram abolidas dos Jardins-de-Infância. Algo que tem vindo a ser cada vez mais valorizado e respeitado na criança – o seu sono, com todos os benefícios que ele pode trazer para o seu desenvolvimento integral, é de um ano para o outro considerado um “luxo” que pode ser descartado.

Mas não precisa de ser assim. Pode ser diferente !!

Partilho hoje convosco este excelente modelo de boas práticas, no O Pinhao Jardim Infantil, que optou pelas sestas ao ar livre, e que bem!!

Antes de falar do mau tempo, procura saber como já funcionam há muitos anos os dormitórios das creches e jardins-de-infância nos países nórdicos, e inspira-te!!

Endereço

Faro
8005

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Joana Esteves publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Joana Esteves:

Compartilhar

Categoria