30/12/2022
Vencedor da Copa Roca (torneio entre Brasil e Argentina), logo no segundo jogo pela Seleção, em 1957, ELE mal tinha completado 17 anos e 8 meses e já chorava de emoção e dava a volta olímpica na Suécia, com uma camisa semelhante a esta retro, em 1958. Cumpria Pelé a promessa feita ao pai: ganhar a 🏆, depois de ver seu Dondinho chorar por causa da derrota do Brasil, de virada, para o Uruguai, apenas 8 anos antes. Ok, Pelé não jogou sozinho. Aquela Seleção tinha Didi, Garrincha, Vavá, Zagallo, laterais como Nilton e Djalma Santos… Mas como jogou o jovem camisa 10. Dois gols na final contra a Suécia. O primeiro do Rei, terceiro do Brasil, um golaço aço aço, um dos que ele preferia: matou no peito, chapelou o zagueiro e chutou de sem-pulo. Isso depois de marcar um golão parecido contra País de Gales, nas quartas (o seu primeiro em Copas,gol da classificação) e um hat-trick contra a França. Nascia a lenda da camisa 🔟.
“Incomparável Pelé”, cantaria Jorge Ben Jor na trilha do filme de Massaini, “Pelé Eterno”.