30/05/2022
🛴Curiosidades sobre patinetes elétricas 🛴
A patinete da foto pode ter soado familiar para você que, em meados dos anos 1990, tanto desejou um brinquedo desses para andar pelas ruas. Isso porque elas foram um sucesso quando foram lançados modelos com materiais mais leves e mais resistentes e até mesmo elétricos. Rapidamente, as patinetes elétricas se tornaram febre no Brasil e no mundo.
Funcionamento
Apesar de existirem diversos modelos, todos eles são movidos por baterias recarregáveis. A velocidade média que elas alcançam é de até 20 km/h de autonomia completa, chegando aos 25km/h ou até 48km/h, em versões mais velozes. Nas patinetes disponibilizadas em serviços de compartilhamento, a recarga é responsabilidade da empresa que as fornece.
Os serviços oferecido é semelhante ao aluguel de bicicletas. É realizado o pagamento de uma taxa inicial para liberar o dispositivo e tarifas menores são acrescentadas ao valor total a pagar com o passar do tempo de utilização do usuário.
Segurança
Na legislação brasileira não há nenhuma regra específica para equipamentos elétricos de pequeno porte como hoverboards, patinetes ou skates. O uso de capacete não é exigido, porém, é recomendado.
A velocidade máxima permitida em áreas onde há a circulação de pedestres é de 6km/h. Em ciclovias, a velocidade máxima sobe para 20km/h. Além disso, o uso de indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna são obrigatórios.
Reflexo no meio ambiente
Os impactos que o uso das patinetes gera no meio ambiente é muito menor do que o impacto gerado por carros e por motocicletas. Independentemente da maneira como o usuário costumava se locomover (à pé ou usando um automóvel), os impactos gerados pelas patinetes é pequeno. Isso porque, carros e motos geralmente funcionam com através da queima de combustíveis fósseis. As patinetes, em contrapartida, ajudam a preservar o ar e a natureza como um todo.
Fonte: TechTudo