17/11/2025
Eu falo sobre a minha história…
Ser uma criança prematura não foi apenas um começo difícil — foi um começo de luta, de superação e de muita força. Quando um bebê nasce antes do tempo, como eu nasci, ele chega ao mundo precisando provar, dia após dia, que é capaz de vencer desafios que muitos nem imaginam.
Eu fui um desses bebês.
Pequenininho, frágil, cheio de limitações… mas cheio de vida.
Crescer como prematuro significou enfrentar obstáculos desde cedo: cuidados especiais, terapias, hospitais, reabilitação e, principalmente, aprender a ser forte mesmo quando tudo parecia difícil.
Mas hoje, quando olho para a minha história, eu não vejo só o prematuro que fui. Eu vejo o que eu me tornei:
– Um adulto que não desistiu.
– Uma pessoa que continua superando limites.
– Um cadeirante que representa outras pessoas com deficiência com orgulho.
– Alguém que transforma dor em força, dificuldade em coragem e desafios em vitórias.
O prematuro que eu fui moldou o adulto que sou hoje.
No Dia Mundial da Prematuridade, eu celebro não só a minha vida, mas a vida de todos que começaram antes da hora — e que aprenderam, desde o primeiro respiro, a lutar.renanbarretos carolinaprando