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Complexo/Gigantão  - Instalação de Academia ao ar livreDando continuidade as informações sobre o trabalho de infraestrut...
28/09/2021

Complexo/Gigantão - Instalação de Academia ao ar livre

Dando continuidade as informações sobre o trabalho de infraestrutura que vem passando o Complexo Esportivo Satílio de Lima (Gigantão), após a instalação do playground que disponibiliza opções de brinquedos para as crianças, uma nova etapa está sendo implantada, ou seja a Academia ao Ar Livre. Um leque de equipamentos estarão disponíveis e desta forma proporcionando benefício para a população.

Hoje temos no local duas quadras de Vôlei de Areia sendo utilizada, a quadra central do ginásio, em breve o mini – campo e ainda uma pista de caminhada para dar opções as pessoas, esportistas e as famílias também poderão aproveitar o local e toda essa infraestrutura para práticas de exercícios, laser e diversão que sem dúvida contribui com uma vida mais saudável.

O complexo do Ginásio de Esportes vem passando por essas transformações em meio a pandemia de COVID-19, que infelizmente paralisou todas as atividades esportivas amadoras, que aos poucos começam a retornar e quando ocorrer a liberação total por parte dos órgãos responsáveis de Saúde Pública, em nível Estadual e Municipal, as competições serão retomadas, por parte da Diretoria de Esportes/Administração Cesar Fiala, que vem trabalhando de forma incansável nessas conquistas para nossa população.

Diretoria de Esportes
28/09/21

Setembro Amarelo – Atividade Física no Combate a Depressão e Suicídio A origem do Setembro Amarelo é dedicado à prevençã...
09/09/2021

Setembro Amarelo – Atividade Física no Combate a Depressão e Suicídio

A origem do Setembro Amarelo é dedicado à prevenção e conscientização contra o suicídio. O movimento de conscientização começou nos EUA, isto em 1994, quando o jovem Mike cometeu suicídio, com apenas 17 anos. Infelizmente nem a família, nem os amigos de Mike, perceberam os sinais de que ele pretendia tirar sua própria vida. O jovem era conhecido por sua personalidade carinhosa e habilidade mecânica, tendo como sua marca um Mustang 68 que ele mesmo restaurou e pintou de amarelo.

No funeral, os amigos montaram uma cesta de cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”. A ação ganhou grandes proporções e expandiu-se pelo país.
No Brasil, a causa ganhou visibilidade através da campanha Setembro Amarelo, criada em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), junto ao CFM (Conselho Federal de Medicina) e a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), que buscam desde então trazer à tona esse tema que ainda é tabu na sociedade.
De acordo com dados, o mundo perde cerca de 01 milhão de pessoas por ano que cometem suicídio e no Brasil, o número é assustador são cerca de 12 mil.

O pensamento suicida não é decorrente de um motivo isolado, ele pode surgir de diversas formas e em um conjunto com situações em que a pessoa passa a ter a necessidade de aliviar as pressões externas. E, muitas vezes, podem ser ocasionados pela depressão, dessa forma, quando falamos em prevenção do suicídio, também estamos falando em combate à essa doença.
Tal doença é uma disfunção química no cérebro que afeta os neurotransmissores, por exemplo a serotonina. Essas substâncias, quando desreguladas, podem ocasionar uma série de alterações psicológicas, levando o indivíduo depressivo a sentir tristeza profunda, baixa auto-estima, irritabilidade, entre outros sintomas. Em casos extremos, a ideação suicida.
É fato que a melhor forma de prevenir e também tratar a depressão, é cuidar em conjunto da mente e corpo. De acordo com estudos, pessoas fisicamente ativas, independente da idade, apresentam mais qualidade na saúde mental do que sedentários.

A prática de exercícios físicos, de qualquer tipo, possui inúmeros benefícios. Além da melhora do condicionamento físico, eles também contribuem com a melhora da capacidade cognitiva e diminuem os níveis de ansiedade e estresse de maneira geral. Alguns estudiosos acreditam que isso é possível porque o corpo produz substâncias quando está em atividade, como endorfina, serotonina e noradrenalina, que estimulam as sensações de bem-estar, aliviando os sintomas da depressão.

Dessa forma, pode-se dizer que as atividades físicas atuam na prevenção e tratamento da depressão e consequentemente do suicídio. É imprescindível mencionar que elas funcionam como adicionais e devem estar vinculadas ao acompanhamento de profissionais, os quais podem precisar associar além da psicoterapia, o uso de medicamentos.
Por isso, é fundamental que as pessoas disponibilizar tempo para uma atividade física, seja em academias, grupos de serviços, competições esportivas e caminhadas..

Diretoria de Esportes
09/09/21

Brasil conquista mais um ouro inédito em Tóquio, chega a 21 pódios dourados e iguala desempenho histórico de Londres 201...
03/09/2021

Brasil conquista mais um ouro inédito em Tóquio, chega a 21 pódios dourados e iguala desempenho histórico de Londres 2012

O décimo dia de Brasil competições nos Jogos Paralímpicos de Tóquio ficou marcado pela conquista inédita da medalha de ouro para o Brasil no goalball masculino e pela dobradinha brasileira no pódio do arremesso de peso (classe F57), com Thiago Paulino em primeiro lugar e Marco Aurélio Borges em terceiro.
Com esses resultados, o Brasil chegou a 21 medalhas douradas e igualou a melhor marca em uma única edição dos Jogos. O primeiro recorde de 21 ouros havia sido alcançado em Londres 2012. Já erm Tóquio, o Brasil também já alcançou a histórica marca de 100 medalhas de ouro na história dos Jogos Paralímpicos, após a vitória do fundista Yeltsin Jacques na prova dos 1.500m, no último dia 31.

As outras medalhas do dia vieram com a prata de Luís Carlos Cardoso, nos 200m (classe KL1) da canoagem, e os bronzes de João Victor Teixeira, no lançamento de disco (classe F37), de Silvana Fernandes no parataekwondo (classe K44 para atletas até 58kg) e Wendell Belarmino nos 100m borboleta (S11).

O Brasil soma agora 61 medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, com 21 ouros, 14 pratas e 26 bronzes, na sétima colocação no quadro de medalhas geral. A China lidera com 85 ouros e 184 medalhas, com a Grã-Bretanha em seguida, com 111 medalhas, sendo 37 de ouro, e os Estados Unidos em terceiro lugar, com 34 medalhas de ouro e um total de 92 medalhas.

Goalball
O Brasil fez história ao conquistar a inédita medalha de ouro no goalball masculino nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. O time subiu ao lugar mais alto do pódio após vencer a China por 7 a 2, na manhã desta sexta, 3, no Makuhari Messe Hall C. Os gols do título foram marcados pelo capitão da equipe, Romário (1), Parazinho (3) e Leomon (3).

Na modalidade, com a equipe masculina, o país só não havia conquistado a medalha dourada em Jogos Paralímpicos, já que o país havia ganhado a prata em Londres 2012 e o bronze no Rio 2016.
Na fase de grupos, o Brasil obteve três vitórias e uma derrota, para os Estados Unidos. Nas quartas de finais, os brasileiros venceram a Turquia antes de superar pelas semifinais a Lituânia, que ficou com a medalha de bronze ao vencer os Estados Unidos por 10 a 7 na disputa do terceiro lugar.
No feminino, o Brasil terminou o torneio na quarta colocação ao ser superado pelo Japão por 6 a 1. Assim, a equipe repete em Tóquio a mesma colocação que havia conquistado nos Jogos Rio 2016, a melhor das mulheres brasileiras na modalidade em Jogos

Paralímpicos.
A campanha do Brasil na fase de grupos teve duas derrotas (EUA e Turquia), um empate (Japão) e uma vitória (Egito). Depois, o time venceu a China nas quartas de final e perdeu dos EUA na semifinal.
O goalball é o único esporte exclusivo para atletas com deficiência. Apesar de marcar presença entre as quatro finalistas há duas edições, o Brasil jamais chegou ao pódio entre as mulheres. As maiores conquistas foram o bronze no mundial da Suécia, em 2018, além dos títulos parapan de Toronto 2015 e de Lima 2019.
A Turquia confirmou o favoritismo, derrotou os EUA por 9 a 2 na final e conquistou a medalha de ouro.

Atletismo
Em uma prova emocionante, o paulista Thiago Paulino conquistou, na manhã desta sexta, 3, a medalha de ouro no arremesso de peso (classe F57), nos Jogos de Tóquio, ao cravar a marca de 15,10m, novo recorde paralímpico. A prata foi para o chinês Guishan Wu (15,00m) e o outro brasileiro Marco Aurélio Borges (14,85m), faturou o bronze.

O ouro de Thiago Paulino é o nono do atletismo brasileiro e o 21º do Brasil nos Jogos de Tóquio, igualando o recorde histórico de títulos do país na história da competição, obtido em Londres 2012."Faltava esse ouro paralímpico. E foi do jeito que eu imaginava, com emoção. Quero parabenizar o Marcão, que fez uma ótima prova. O chinês eu já esperava que viria forte. Foi uma competição de alto nível e eu não podia decepcionar. Estava muito preparado, treinamos bastante e fomos recompensados", comentou Thiago Paulino. "Perdi minha mão no ano passado e ela queria muito me ver com o ouro. Então eu dedico essa medalha especialmente para ela", completou o atleta.
Marco Aurélio também comemorou o ótimo resultado. "É a concretização de uma carreira de quase 20 anos dedicada ao esporte paralímpico. Foi um ciclo difícil para mim. Ter ficado fora do Rio por conta de uma lesão, mudar de classe, reaprender a arremessar e, ano após ano, ganhar posições no ranking mundial", contou Marcão. "Mas na hora certa eu consegui crescer, fiz uma prova bem estratégica e o bronze veio".

O lançador João Victor Teixeira ficou com a medalha de bronze no lançamento de disco (classe F37). O brasileiro evoluiu ao longo da prova até conseguir o arremesso que o colocou no pódio. Depois de queimar a primeira tentativa, o carioca lançou para 46,94m, 48,24m e 48,22m. Na quinta e penúltima rodada, o atleta, enfim, cravou 51,86m. O ouro ficou com o paquistanês Haider Ali, com 55,26m. A prata foi para o ucraniano Mykola Zhabnyak, com 52,43m.
“Minha prova teve um nível forte, mas vim preparado. O que me surpreendeu não foram meus adversários, mas a chuva e o setor molhado, que não ajudava para eu colocar em prática tudo aquilo que treinei. Não consegui fazer minha melhor marca e nem o que estava fazendo em treinos aqui, mas esse bronze aí foi bem recebido”, comentou João Victor.

Outros resultados:
O brasileiro Ricardo Gomes ficou em segundo lugar na sua série de 200m (classe T37) e está classificado para a decisão da prova. Ele marcou 22s96, apenas dois centésimos atrás de Andrei Vdovin, do Comitê Paralímpico Russo.
Outros dois brasileiros correram as eliminatórias, mas não pegaram vaga na final: Christian da Costa foi quinto em sua série com 23s80, enquanto Vitor Antonio de Jesus foi sexto na primeira bateria, com 24s79.
Mateus Aser ficou em quarto lugar na sua série dos 100m rasos (classe T36) com o tempo de 12s25 e também está classificado para a final.
Dias após ir ao pódio nos 400m, que é sua especialidade, Jardênia Felix Barbosa fez a melhor marca de sua carreira no salto em distância (classe T20), bateu o recorde continental e ficou na quinta posição com 5,29m. A medalha de ouro foi para a polonesa Karolina Kucharczyk (6,03m). A prata ficou com a atleta do Comitê Paralímpico Russo, Aleksandra Ruchkina (5,49m) e o bronze com a croata Mikela Ristski (5,46m).

Na prova dos 200m (classe T12), as duas brasileiras que correram as eliminatórias ficaram fora da final. Ketyla Teodoro ficou em quarto lugar em sua bateria com o tempo de 26s74. Minutos antes, Viviane Soares também tinha ficado em quarto em sua prova, com 26s61.
Rodrigo Parreira se machucou na segunda bateria dos 100m (classe T36), não completou a prova e acabou eliminado da competição.

Canoagem
A primeira medalha do Brasil no décimo dia de competições foi na canoagem. Luís Carlos Cardoso fez história ao conquistar a prata nos 200m (classe KL1) – inédita para o país na modalidade, que havia conquistado apenas um bronze nos Jogos do Rio 2016, quando a canoagem entrou no programa dos Jogos Paralímpicos. O canoísta de Picos, no Piauí, cravou o tempo de 48s031. O ouro ficou com o húngaro Peter Kiss (45s447) e o bronze com o francês Remy Boulle (48s917).
Depois desse feito, o piauiense voltará ao Sea Forest Waterway nesta sexta, 3, às 22h04 (de Brasília) para a semifinal do VL 200m.
“Faltava esta medalha paralímpica. Por pouco, eu não consegui no Rio. Mas, graças a Deus, ela chegou aqui em Tóquio. Eu já sabia que o húngaro era muito forte. Agora é melhorar para 2024”, apontou o atleta.

Outros resultados:
Fernando Rufino - 200m classe KL2 - 6º lugar (43s217)
Debora Benevides - 200m classe VL2 - 7º lugar (1min04s778)
Giovane de Paula - 200m classe KL3 - 4º lugar na Final B ( 43s508)
Caio Ribeiro - 200m classe KL3 - 5º lugar (42s005)

Parataekwondo
Silvana Fernandes, de 22 anos, conquistou a segunda medalha do Brasil na história do parataekwondo em Jogos Paralímpicos. Um dia após Nathan Torquato ganhar primeiro o ouro (classe K44 até 61kg) da modalidade em Jogos, a brasileira venceu a turca Gamze Gurdal por 26 a 9 e ficou o bronze na classe K44 para atletas até 58kg.
O combate que decidiu o bronze foi tranquilo. Silvana Fernandes terminou o primeiro round vencendo por 3 a 1, ampliou a vantagem no segundo com um 11 a 4 e no último foi ainda melhor, fazendo 14 a 4. O placar final acabou em 26 a 9 para a brasileira.
Na primeira luta, a paraibana derrotou a norte-americana Brianna Salviano, por 15 a 2. Mas na semifinal, a brasileira acabou derrotada pela dinamarquesa Lisa Gjessing por 8 a 6, saiu da disputa do ouro e se credenciou para brigar pelo bronze.

Natação
No último dia da natação nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, Wendell Belarmino conquistou sua terceira medalha na capital japonesa. O brasiliense foi bronze nos 100m borboleta, com o tempo de 1min05s20 na classe S11. Ele ficou atrás dos japoneses Keiichi Kimura, medalhista de ouro (1min02s57), e Uchu Tomita, que levou a prata ao fechar a prova em 1min03s59. Antes, Wendell já havia conquistado o ouro nos 50m livre e a prata no revezamento misto 4x100m - até 49 pontos.
Desta forma, o país encerrou a sua participação na modalidade em oitavo lugar. Foram 23 medalhas, sendo oito de ouro, cinco de prata e dez de bronze.
Tais números fizeram a natação brasileira alcançar sua melhor campanha da história nos Jogos Paralímpicos, superando as 19 medalhas conquistadas em Pequim 2008 e Rio 2016. Em relação às medalhas de ouro, a marca alcançada no Japão só foi superada pela de Londres 2012 - foram nove medalhas douradas na capital inglesa.

Resultados:
Gabriel Souza – 100m borboleta (classe S8) – 1min05s38 – 8º lugar;
Cecília Araújo – 100m borboleta (classe S14) – 1min26s26– 6º lugar;
Ronystony Cordeiro – 50m costas (classe S4) - 46s95 - 8º lugar;
Esthefany Rodrigues - 200m medley (classe SM5) - 3min47s92 - 7º lugar;
Wendell Belarmino – 100m borboleta (classe S11) - 1min05s20 - medalha de bronze
Revezamento masculino 4x100m medley até 34 pontos. - 4min24s61 - 7º lugar
Vôlei sentado
A Seleção Brasileira feminina acabou derrotada pelos EUA por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/11 e 25/23, na manhã desta sexta-feira, 3, pelas semifinais da competição. Agora, as brasileiras vão em busca de repetir o resultado dos Jogos Rio 2016, quando ficaram com a medalha de bronze. O jogo será sábado, 4, às 4h30 (horário de Brasília), contra o Canadá.
No masculino, o Brasil buscará a medalha de bronze contra a Bósnia, neste sábado, 4, às 2h (de Brasília). A equipe perdeu a chance de ser campeã após ser derrotado pelo Comitê Paralímpico Russo por 3 sets a 1, na última quinta, 2.

Bocha
O Brasil teve duas vitórias e três derrotas nos primeiros confrontos desta sexta, 3, pela primeira fase da bocha por equipes. Na classe BC3, os brasileiros conquistaram o segundo triunfo ao bater Hong Kong por 5 a 3. Depois, acabaram superados por 5 a 2 pela Austrália.
Já na disputa das classes BC1 e BC2, o Brasil superou a Coreia do Sul por 6 a 3. Depois, perdeu de virada para o Japão por 6 a 4 e agora aguarda o resultado da partida entre os mesmos sul-coreanos e Portugal para a definição do grupo. Na classe BC4, os brasileiros acabaram eliminados ao perder para Portugal, por 3 a 2.
Na última disputa do dia, o trio brasileiro formado por Evani Calado, Evelyn de Oliveira e Mateus Carvalho perdeu, no desempate, para o Japão após empate em 3 a 3. O resultado deixou a equipe na quarta colocação do grupo B da classe BC3. Como apenas as duas primeiras seleções de cada chave se classificam, o trio brasileiro está eliminado.

Ciclismo
O brasileiro Lauro Chaman ficou em quarto lugar na prova de resistência. André Grizante terminou na 17ª colocação. Essa prova encerrou a programação do paraciclismo nos Jogos Paralímpicos de Tóquio.
Ainda se recuperando da queda no contrarrelógio, Lauro completou os 92,4 quilômetros em 2h17min11s, ficando a 1min51s da medalha de bronze, que foi para o holandês Daniel Gebru com 2h15min20s. O francês Kevin le CUNFF dominou completamente a parte final da prova e garantiu o ouro com 2h14min49s, seguido pelo ucraniano Yehor Dementiev, medalhista de prata após superar uma queda ainda nas primeiras voltas.

Parabadminto
Depois de fazer história ao vencer em sua estreia no parabadminton, esporte que integra pela primeira vez o programa paraolímpico, Vitor Tavares acabou superado no confronto decisivo, que valia a vaga para a próxima fase, na classe SH6 (pessoas de baixa estatura, nanismo). Número 5 do mundo, Tavares foi derrotado pelo indiano Krishna Nagar por 2 a 0, parciais de 21/17, 21/14, ficando fora das quartas de final.
Campeão do Parapan de Lima, em 2019, e bronze no último mundial, o brasileiro se despede dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Ele era o único representante do Brasil na competição.

Tiro com Arco
Pela primeira rodada da fase classificatória do tiro com arco recurvo, Heriberto Roca foi superado pelo sul-coreano Mi Su Kim, número 6 do mundo, por 6 a 4. O brasileiro, que garantiu a vaga para Tóquio em 27º lugar entre os 32 arqueiros, se despediu da disputa dos Jogos de Tóquio.

Transmissão
Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 contam com a transmissão ao vivo dos canais SporTV e da TV Brasil.

Patrocínio
A delegação brasileira tem o patrocínio das Loterias Caixa.

Diretoria de Esportes/Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro ([email protected])
03/09/21

Brasil conquista quatro ouros no nono dia de competições de Tóquio e se aproxima de melhor campanha na história dos Jogo...
02/09/2021

Brasil conquista quatro ouros no nono dia de competições de Tóquio e se aproxima de melhor campanha na história dos Jogos Paralímpicos

O nono dia de competições dos Jogos Paralímpicos de Tóquio foi recheado de medalhas de ouro para o Brasil. Talisson G***k e Gabriel Geraldo subiram ao lugar mais alto do pódio na natação ao vencerem os 400m livre (classe S6) e os 50m costas (classe S2), respectivamente. No atletismo, Alessandro Silva conquistou o bicampeonato no lançamento de disco (F11). Por fim, Nathan Torquato foi o primeiro campeão da história do parataekwondo na classe K44 para atletas até 61kg.

Esta foi a 19ª medalha de ouro brasileira na capital japonesa. Agora, faltam apenas duas para o país igualar a melhor marca de medalhas douradas em uma única edição. O recorde de 21 ouros foi alcançado em Londres 2012. Em Tóquio, o Brasil também já alcançou a histórica marca de 100 medalhas de ouro na história dos Jogos Paralímpicos, após a vitória do fundista Yeltsin Jacques na prova dos 1.500m, na terça-feira, 31.
As outras medalhas do dia vieram Marivana Oliveira, no arremesso de peso (classe F35) com a prata e Mateus Evangelista, no salto em distância (classe T37), com o bronze.

O Brasil soma agora 54 medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, com 19 ouros, 13 pratas e 22 bronzes. Está na sexta colocação no quadro de medalhas geral. A China lidera com 77 ouros e 167 medalhas, com a Grã-Bretanha em seguida, com 96 medalhas, sendo 34 de ouro, e o Comitê Paralímpico Russo em terceiro lugar, com 32 medalhas de ouro e um total de 97 medalhas.

Natação
No penúltimo dia da natação nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, o Brasil conquistou mais duas medalhas de ouro na modalidade: o catarinense Talisson G***k venceu os 400m livre (classe S6 - atletas com comprometimento físico-motor), enquanto mineiro Gabriel Geraldo subiu ao lugar mais alto do pódio nos 50m costas (classe S2 - também para atletas com limitações físicas-motoras).
Na primeira prova da noite, Talisson fechou os 400m livre em 4min54s42, superando o italiano Antonio Fantin (4min55s70) e Viacheslav Lenskii, do Comitê Paralímpico Russo (5min04s84).
"Eu sabia que eu ia nadar bem. Não sabia o quanto, mas sabia que eu ia nadar bem. É muito bom nadar entre os melhores e com os melhores. Consegui aplicar tudo o que treinei. Estou muito feliz. No futuro, acho que posso nadar para o recorde mundial nesta prova. Eu me vejo fazendo isso. É o meu objetivo, com certeza. Estou muito mais maduro e vou sair de Tóquio realizado", afirmou o catarinense, que perdeu a perna e o braço esquerdos após ser atropelado por um trem aos 9 anos.

O mineiro Gabriel Geraldo, de 19 anos, conquistou sua segunda medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Após vencer os 200m livre (classe S2), o atleta também subiu ao lugar mais alto do pódio nos 50m costas com o tempo de 53s96, na manhã desta quinta-feira, 2, no Centro Aquático de Tóquio.
Gabriel Geraldo também já havia conquistado uma prata nos 100m costas, sendo o primeiro medalhista brasileiro nesta edição dos Jogos.
"As três medalhas têm um espaço especial no meu coração. Os 50m costas é uma prova rápida. A gente tem que aproveitar as vantagens e não podemos errar. Porque qualquer erro pode custar caro. Fico feliz por também poder mostrar minha alegria. Sempre estou sorrindo e dançando. É uma felicidade poder inspirar as crianças, com deficiência ou sem", disse Gabriel.
Com as duas medalhas de ouro desta quinta-feira, o país agora soma 22 medalhas na modalidade nesta edição dos Jogos: oito de ouro, cinco de prata e nove de bronze.

Outros resultados dos brasileiros nesta quarta-feira, 1º, quinta-feira, 2:
Laila Suzigan – 400m livre (S6) – 5min38s72 – 8º lugar;
Ana Karolina Soares – 100m costas (S14) – 1min11s29 – 5º lugar;
José Ronaldo da Silva – 50m costas (S1) – 1min21s57 - 4º lugar;
Eric Tobera – 50m livre (S4) – 41s46 – 6º lugar;
Patrícia Pereira dos Santos - 50m livre (S4) – 41s56 - 4º lugar.

Atletismo
O paulista Alessandro Silva, 37, conquistou a medalha de ouro no lançamento de disco F11 (para cegos), no Estádio Olímpico de Tóquio. O lançador de Santo André ficou com o primeiro lugar no pódio após quebrar o seu próprio recorde paralímpico com a marca de 43,16m – a marca anterior era de 43,06m. A prata ficou para o iraniano Mahdi Olad e o bronze para o italiano Oney Tapia.
Esta é a segunda medalha do brasileiro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 – já havia conquistado a prata no arremesso de peso F11.

Alessandro era o favorito da prova, já que havia conquistado a medalha de ouro em todas as principais competições do último ciclo paralímpico. Foi campeão no lançamento de disco nos dois Mundiais da modalidade (Londres 2017 e Dubai 2019), no Parapan de Toronto 2015 e de Lima 2019, além do ouro nos Jogos do Rio 2016.
"Pressão e chuva! Tudo isso deu mais emoção para esta conquista. O Ayrton Senna ganhava na chuva e tem muito brasileiro que trabalha todo dia na chuva. A gente tem que se espelhar nessas pessoas", disse o medalhista.

Antes, a alagoana Marivana Oliveira faturou a medalha de prata no arremesso de peso (classe F35 – para atletas com paralisia cerebral). A atleta arremessou a 9,15m e fez a sua melhor marca na temporada. O ouro ficou com a ucraniana Mariia Pomazan (12,24m) e o bronze com a tcheca Anna Luxova (8,60m).

“Esperei cinco anos por esse dia. E a medalha veio logo no meu primeiro arremesso. Quero agradecer pela torcida de todos, meus treinadores. Agora vou voltar para Alagoas com a prata”, brincou Marivana. “Seguir trabalhando, com humildade sempre e seguir em busca de coisas maiores”, completou, emocionada, a atleta.

Depois foi a vez do rondoniense Mateus Evangelista conquistar o bronze no salto em distância (classe T37 – também para atletas com paralisia cerebral). Com a sua melhor marca no ano, o brasileiro ficou em terceiro lugar na prova ao saltar 6,05m, sendo superado pelo ucraniano Vladyslav Zahrebelnyi, ouro com um salto de 6,59m, e pelo argentino Lionel Brian Impellizzeri, medalhista de prata (6,44m).
“Preciso agradecer a todo mundo. Esse ciclo foi diferente, mais longo, com cinco anos, mas cheguei muito bem aqui. Subir ao pódio de uma paralimpíada é muito importante”, comentou Evangelista. “Fiz o que vinha trabalhando nos treinos e o resultado veio. Agora é voltar com esse bronze para o Brasil”, completou o atleta.

Outros resultados
Leilane Moura mostrou regularidade no arremesso de peso (classe F33) e fez a marca de 5,61m, o que lhe rendeu a sexta colocação. A medalha de ouro ficou com a argelina Asmahane Bougjadar, com 7,10m.

Já Ana Cláudia Silva (classe T42) competiu na final do salto em distância. A brasileira terminou na décima colocação (3,63m). A campeã foi a australiana Vanessa Low, que quebrou o recorde mundial ao saltar 5,28m.

Parataekwondo
O Brasil conquistou a primeira medalha da história do parataekwondo em Jogos Paralímpicos. O paulista Nathan Torquato, da classe K44 até 61kg, subiu ao lugar mais alto do pódio, na manhã desta quinta-feira, 2, após chegar à final e vencer o egípcio Mohamed Elzayat, no Makuhari Messe Hall B.

A luta decisiva nem deveria ter acontecido. O egípcio sofreu uma lesão no rosto durante a semifinal e, por segurança, não voltaria para a final. Mas após uma longa indefinição, os atletas chegaram a subir na área de combate e, depois de um golpe do brasileiro, os médicos interromperam o duelo e confirmaram Nathan Torquato campeão.
“Essa medalha dourada é para o Brasil, para a minha família, para a minha equipe e para todos que torceram por mim. A estreia do parataekwondo em Jogos Paralímpicos começa com o ouro", comemorou Nathan Torquato. "Apesar de ser novo (20 anos) já tenho 17 anos de história nesse esporte. Já lutei no convencional, depois fiz a migração para o paradesporto e foi a melhor escolha que fiz na minha vida”, completou o atleta.

A campanha dourada de Nathan teve três outras vitórias. Na estreia, vitória tranquila sobre Parfait Hakizimana, do time de refugiados, por 27 a 4. Nas quartas ele atropelou o japonês Mitsuya Tanaka por 58 a 24. Na semifinal o triunfo foi sobre o italiano Antonino Bossolo por 37 a 34.

Futebol de 5
O Brasil confirmou a hegemonia no futebol de 5 e está classificado para mais uma final dos Jogos Paralímpicos da modalidade. Em um jogo equilibrado e debaixo de muita chuva, os brasileiros venceram Marrocos por 1 a 0, com um gol contra, na semifinal. Enfrentam na disputa pelo ouro a arquirrival Argentina, no sábado, 4, às 5h30 (horário de Brasília), na busca pelo quinto ouro paralímpico consecutivo. As equipes vão repetir a decisão da estreia do futebol de 5 nos Jogos, em Atenas. Em 2004, o Brasil levou a melhor por 3 a 2 nos pênaltis, após empate sem gols no tempo regulamentar.

A seleção brasileira chega para essa decisão com uma campanha impecável: quatro vitórias, 12 gols marcados e nenhum sofrido na fase de grupos.

Invicto e único vencedor das quatro edições de Jogos Paralímpicos disputadas desde que a modalidade foi inserida no programa do torneio, em Atenas 2004, o Brasil acumula marcas históricas. Com o triunfo sobre Marrocos, nesta quinta-feira, 2, a equipe dirigida por Fábio Vasconcelos acumula um total de 53 gols marcados. Até agora são 26 jogos, com um total de 20 vitórias, seis empates e apenas quatro gols sofridos.

Goalball
O Brasil fez mais uma partida impecável contra a Lituânia, atual campeã paralímpica, e está na final do goalball masculino. O time bateu os europeus por 9 a 5, nesta quinta-feira, 2, e retornou à decisão dos Jogos após nove anos. Os gols foram marcados por Parazinho (6), Leomon (2) e Romário. Essa foi a segunda vitória sobre os adversários na capital japonesa, a primeira foi logo na estreia, e uma goleada por 11 a 2.

A briga pelo ouro inédito será contra a China, nesta sexta-feira, 3, às 7h30 (horário de Brasília). Os asiáticos venceram duas partidas e perderam outras duas na fase de grupos e passaram pelo Japão nas quartas de final, além dos Estados Unidos por 8 a 1 na semifinal.

O resultado em Tóquio já iguala a melhor campanha do Brasil no goalball masculino, quando foi medalha de prata em Londres 2012. A seleção perdeu a decisão para a Finlândia por 8 a 1. Quatro anos mais tarde, nos Jogos Rio 2016, o time ficou com o bronze.

No feminino, o Brasil vencia os Estados Unidos por 2 a 0, mas sofreu o empate nos segundos finais da partida. O jogo seguiu igual nos dois tempos da prorrogação, mas as brasileiras acabaram derrotadas nos pênaltis (3 a 2) após 11 cobranças. Agora, as brasileiras continuam na briga por uma inédita medalha diante do Japão, na sexta-feira, 3, à 1h15 (horário de Brasília), na decisão pelo bronze.

Bocha
Depois de um início muito ruim, com três derrotas em três jogos, o Brasil conseguiu a recuperação e venceu suas três partidas seguintes na bocha. O trio brasileiro da classe BC3, formado por Evani Calado, Evelyn de Oliveira e Mateus Carvalho, derrotou Portugal por 7 a 3. Na sequência, mais dois triunfos: 5 a 4 contra a Eslováquia na BC1/BC2 e 4 a 3 contra o Canadá na BC4. As disputas da modalidade entre equipes seguem até sábado, 4.
Resultados
Brasil 2 x 9 Portugal (BC1/BC2)
Brasil 3 x 7 Eslováquia (BC4)
Brasil 4 x 6 Grã-Bretanha (BC4)
Brasil 7 x 3 Portugal (BC3)
Brasil 5 x 4 Eslováquia (BC1/BC2)
Brasil 4 x 3 Canadá (BC4)

Parabadminton
Vitor Tavares estreou com vitória na primeira participação do badminton em uma edição de Jogos Paralímpicos. O brasileiro ganhou do malaio Didin Taresoh - após ter vencido o primeiro game por 21 a 13, Tavares manteve o ritmo para o segundo game, até que o rival acabou sentindo uma lesão e desistindo do confronto quando o placar da parcial era de 18 a 13.

O paranaense de 22 anos compete na categoria SH6 (pessoas de baixa estatura, nanismo), e volta à quadra na madrugada desta sexta-feira, 3, às 3h20 (horário de Brasília), quando enfrenta o indiano Krishna Nagar pelo segundo jogo da fase de grupos.

Canoagem
A paracanoagem fez sua estreia em Tóquio na madrugada desta quinta-feira, 2, e foram disputadas as eliminatórias da modalidade no Sea Forest Waterway. O destaque do dia ficou para Fernando Rufino, no VL2, e Luis Carlos Cardoso, no KL1. Os brasileiros garantiram o primeiro lugar e, por isso, irão direto para a final.

Fernando Rufino foi muito eficiente na água pela classe VL2, marcou o tempo de 57s02, e avançou em primeiro lugar. Ele teve como concorrente na bateria Luis Carlos Cardoso, quarto colocado e que precisará passar pela semifinal para brigar por medalha. Rufino também disputou a eliminatória do KL2 de 200 metros e ficou na segunda posição. O atleta vai disputar a semifinal do KL2 nesta quinta-feira, 2, a partir das 21h58 (horário de Brasília).

Além da disputa do VL2, Luis Carlos Cardoso foi muito bem no KL1 onde ficou em primeiro (49s84) e não precisará disputar a semifinal. A final também acontece nesta quinta-feira, às 22h54 (horário de Brasília).

Giovane Vieira de Paula e Caio Ribeiro disputaram as provas do KL3 e VL3. Ribeiro ficou na segunda posição da primeira bateria no KL3. Já Giovane, na segunda bateria, garantiu o sétimo lugar. Mas, mas no VL3, o brasileiro foi melhor e fez o terceiro tempo na primeira bateria da disputa. Caio ficou em quinto na segunda bateria da mesma categoria. As semifinais do VL3 acontecem a partir das 22h19 (horário de Brasília) desta quinta-feira.

Debora Benevides disputou o VL2 200 metros e ficou em quarto lugar (1min05s92). Ela vai disputar a semifinal nesta quinta-feira a partir das 21h44 (horário de Brasília).

Mari Santilli chegou na quarta posição do KL3 ao fazer o percurso de 200 metros em 54s34. Agora a curitibana volta para a semifinal na sexta-feira, 3, a partir das 22h12 (horário de Brasília). Adriana Azevedo disputou o KL1 e ficou na quinta colocação com o tempo de 1min04s55. Ela está na semifinal que também acontece sexta-feira, às 21h30.

Vôlei sentado
Na manhã desta quinta-feira (2), o Brasil acabou derrotado, de virada, para o Comitê Paralímpico Russo, por 3 sets a 1 (22/25, 25/21, 25/19 e 25/19), na semifinal do vôlei sentado masculino dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Mesmo com o resultado, os brasileiros seguem na briga pelo bronze e jogam neste sábado (4), às 2h (de Brasília). O adversário será a Bósnia.

Entre as mulheres, na última partida da fase classificatória, a Seleção Brasileira feminina de vôlei sentado venceu a Itália por 3 sets a 1 e garantiu a classificação para as semifinais como líder do Grupo A. A equipe está invicta na competição e encara os Estados Unidos, nesta sexta-feira, 3, às 6h30 (horário de Brasília), no Makuhari Messe Hall A.

Tiro com Arco
Após duas vitórias, Fabíola Dergovics acabou eliminada nas quartas de final (individual W2) do tiro com arco. A brasileira perdeu para Zahra Nemati por 7 a 1. A iraniana é a atual bi-campeã paralímpica da prova e busca em Tóquio o terceiro ouro consecutivo. A paulista ainda vai participar da disputa por equipes.

Ciclismo
A chuva não deu trégua para os atletas neste nono dia de competições. O circuito molhado e a baixa sensação térmica deixou a prova ainda mais exigente e disputada. A equipe brasileira competiu com Carlos Soares, na categoria MC1-3, e Ana Raquel, na WC4-5, ambas com 79,2km de percurso.

Estreante, Carlos Soares, de 26 anos, encerrou a sua participação em Tóquio com a 31ª colocação. Os britânicos Benjamin Watson e Finlay Graham, primeiro e segundo, comemoraram a dobradinha na categoria MC1-3. A medalha de bronze ficou com o francês Alexandre Leaute.

Entre as mulheres, na WC4-5, a brasileira Ana Raquel finalizou na 14ª colocação. A medalha de ouro foi conquistada pela alemã Sarah Storey, seguida pela sua compatriota Crystal Lane, com a prata, e a francesa Marie Patouillet, fechando o pódio com o Bronze.
O paraciclismo brasileiro encerra a sua participação em Tóquio na noite desta quinta-feira, com os atletas Lauro Chaman e André Grizante brigando por medalhas nas categorias C4-5, a partir das 21h30 (horário de Brasília).

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A delegação brasileira tem o patrocínio das Loterias Caixa.

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