AK Training

AK Training Método AK de Treinamento. Equipe de fisioterapeutas e profissionais de Educação Física altamente qualificados para te atender.

Especialistas em treinamento na presença de lesões e dor, venha treinar conosco!

Aideia é ir muito além dos exercícios 🚀 👉 É ter um raciocínio profundo sobre o movimento e a prescrição dos exercícios. ...
01/09/2026

Aideia é ir muito além dos exercícios 🚀
👉 É ter um raciocínio profundo sobre o movimento e a prescrição dos exercícios.

🏋️‍♂️ Além disso, entregamos uma gama de exercícios com variações de regressão e progressão para ajudar nesse processo com diferentes tipos de alunos.

🔎 Tudo baseado em evidência científica e experiência de mais de 20 anos de prática no treinamento de força.

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento

Uma das mensagens mais interessantes deste estudo seja justamente essa: quando o exercício é bem conduzido, a discussão ...
31/08/2026

Uma das mensagens mais interessantes deste estudo seja justamente essa: quando o exercício é bem conduzido, a discussão não precisa ficar presa à ideia de “proteger” a lombar o tempo todo.

🔎 Os pesquisadores compararam exercícios com o peso corporal a um programa inspirado no powerlifting, ambos associados à mesma educação em dor. No grupo powerlifting, a progressão incluiu agachamento, levantamento terra e chegou até 1RM nas semanas finais. Ainda assim, os dois grupos melhoraram dor e incapacidade, sem superioridade do powerlifting.

🧩 E vale lembrar: a dor lombar crônica é uma condição multifatorial. Ela não pode ser compreendida apenas olhando para uma estrutura, um movimento ou para a quantidade de carga utilizada. Aspectos físicos, comportamentais e psicossociais também fazem parte desse processo. Por isso, a escolha do exercício precisa considerar muito mais do que simplesmente “poupar” ou “proteger” a coluna.

🧠 E esse ponto aparece nos próprios resultados do estudo: mudanças em fatores como medo e autoeficácia estiveram associadas às mudanças observadas em dor e incapacidade. O exercício também foi utilizado como uma forma de exposição progressiva a movimentos que geravam preocupação.

💪 Mais do que defender um exercício ou método específico, esses resultados reforçam uma ideia importante: a carga não precisa ser automaticamente tratada como inimiga na presença de dor lombar crônica. O exercício pode ser progressivamente adaptado à pessoa, às suas capacidades, aos seus objetivos e ao contexto.

⚠️ Isso, obviamente, não significa que toda pessoa com dor lombar deva treinar pesado ou realizar te**es de 1RM. A maioria dos participantes do estudo já era fisicamente ativa, e a amostra envolveu pessoas com dor lombar crônica inespecífica e critérios específicos de inclusão e exclusão. Extrapolar esses resultados para qualquer indivíduo seria inadequado.

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento



📚 Referência:
Gibbs MT. et al. Clinical Rehabilitation. 2022

Talvez uma das mensagens mais interessantes deste estudo seja justamente essa: quando o exercício é bem conduzido, a dis...
31/08/2026

Talvez uma das mensagens mais interessantes deste estudo seja justamente essa: quando o exercício é bem conduzido, a discussão não precisa ficar presa à ideia de “proteger” a lombar o tempo todo.

🔎 Os pesquisadores compararam exercícios com o peso corporal a um programa inspirado no powerlifting, ambos associados à mesma educação em dor. No grupo powerlifting, a progressão incluiu agachamento, levantamento terra e chegou até 1RM nas semanas finais. Ainda assim, os dois grupos melhoraram dor e incapacidade, sem superioridade do powerlifting.

🧩 E vale lembrar: a dor lombar crônica é uma condição multifatorial. Ela não pode ser compreendida apenas olhando para uma estrutura, um movimento ou para a quantidade de carga utilizada. Aspectos físicos, comportamentais e psicossociais também fazem parte desse processo. Por isso, a escolha do exercício precisa considerar muito mais do que simplesmente “poupar” ou “proteger” a coluna.

🧠 E esse ponto aparece nos próprios resultados do estudo: mudanças em fatores como medo e autoeficácia estiveram associadas às mudanças observadas em dor e incapacidade. O exercício também foi utilizado como uma forma de exposição progressiva a movimentos que geravam preocupação.

💪 Mais do que defender um exercício ou método específico, esses resultados reforçam uma ideia importante: a carga não precisa ser automaticamente tratada como inimiga na presença de dor lombar crônica. O exercício pode ser progressivamente adaptado à pessoa, às suas capacidades, aos seus objetivos e ao contexto.

⚠️ Isso, obviamente, não significa que toda pessoa com dor lombar deva treinar pesado ou realizar te**es de 1RM. A maioria dos participantes do estudo já era fisicamente ativa, e a amostra envolveu pessoas com dor lombar crônica inespecífica e critérios específicos de inclusão e exclusão. Extrapolar esses resultados para qualquer indivíduo seria inadequado.

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento



📚 Referência:
Gibbs MT. et al. Clinical Rehabilitation. 2022.

27/08/2026

Um exercício não vem com um único objetivo “embutido”. 🧠
➡️ O mesmo movimento pode assumir funções diferentes dependendo de como é executado, do que é manipulado e, principalmente, do que se pretende obter com ele.

⚡️ Carga, velocidade, amplitude, base de apoio, estabilidade, intenção de movimento e características de quem executa mudam a tarefa e, consequentemente, mudam parte das demandas impostas pelo exercício.

E existe outra distinção importante: algo estar acontecendo durante o movimento não significa, necessariamente, que aquilo esteja sendo treinado de forma suficiente para gerar adaptação.

👉 Por isso, prescrever exercício vai além de escolher um movimento em uma biblioteca e associá-lo a determinado músculo.

É preciso entender por que aquele exercício está ali, o que se pretende exigir e como ele pode ser manipulado para cumprir esse objetivo.

É nesse ponto que um exercício deixa de ser apenas um exercício e passa a fazer parte de uma prescrição. 🎯

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento

Tem uma conversa importante aqui. 👇Muitas vezes o aluno diz que não está melhorando e a primeira tendência é olhar apena...
26/08/2026

Tem uma conversa importante aqui. 👇
Muitas vezes o aluno diz que não está melhorando e a primeira tendência é olhar apenas para o treino. 🏋️

Mas o resultado não depende somente daquela 1 hora que ele passa com o professor 👉 Regularidade no exercício, alimentação, sono, estresse e hábitos do dia a dia também influenciam diretamente o processo. 🍎😴🧠

Me faz lembrar de uma frase do Mark Verstegen:
“Exercitar-se 1 hora por dia é fácil. A parte difícil é manter um estilo de vida de alto desempenho nas outras 23 horas”.

Claro que aqui nessa frase, o Mark está se referindo a atletas de alta performance. Mas mesmo assim, ter pelo menos, um estilo de vida saudável não é fácil!

❗️E aqui existe um ponto importante:

Não adianta simplesmente colocar a responsabilidade no aluno e dizer que ele “não faz a parte dele”.

🔎 Como profissionais, também precisamos nos perguntar:
- Como fazer essa pessoa entender a importância dessas mudanças?
- Como aumentar a adesão ao processo?
- Como comunicar isso de uma forma que realmente faça sentido para ela?

Nosso trabalho não termina na prescrição de exercícios. 📚
Também envolve educar, comunicar, criar confiança e fazer com que a pessoa compreenda o processo do qual ela faz parte.

Às vezes, o que está faltando não é outro exercício. É tudo aquilo que acontece fora dele. 🎯

✏️ Affonso Kulevicz

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento

24/08/2026

Você já testou o Reactive Seated Jump no seu treino de potência?
👉 Esse exercício é uma variação regressiva do Drop Jump, que trabalha o ciclo alongamento-encurtamento (CAE) com menos impacto e mais controle.

👏 Neste vídeo, o atleta Tobias Carlryd realiza uma belíssima
execução!

Como executar:
1. Comece sentado num banco ou caixa com altura entre 30-45 cm (pode variar conforme o objetivo).
2. Retire os pés do chão rapidamente (sem impulso).
3. Toque os pés no solo e realize o salto vertical imediatamente, com mínimo tempo de contato. Essa rápida ativação do solo estimula o reflexo miotático, característica chave da pliometria reativa.

➡️ Para quem é indicado?
• Para quem ainda não tem segurança ou rigidez
suficiente para realizar Drop Jumps com qualidade.
• Também pode ser utilizado como ponte entre uma
fase de força máxima e exercícios pliométricos de alta intensidade.
• E, em variações ainda mais simples, pode-se iniciar o
salto direto com os pés no chão, focando apenas na fase concêntrica, como em um “Seated Vertical Jump”.

➡️ Sobre a altura do banco:
• Alturas mais baixas (30-40 cm) geram ângulos mais
fechados e maior demanda muscular.
• Alturas mais altas (>45 cm) geram menor flexão e podem ser usadas em fases mais iniciais, focando no controle postural e na técnica.

🎥 Affonso Kulevicz

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento

21/08/2026

Na prática, nenhum planejamento sobrevive intacto a todos os imprevistos. 👀

Equipamento ocupado, espaço reduzido, atraso, desconforto em determinado exercício, mudança na condição do aluno naquele dia… o profissional precisa tomar decisões o tempo todo. 🔄

E adaptar o treino diante disso não significa abandonar o planejamento.

Na verdade, muitas vezes é justamente o contrário: é conhecer tão bem o objetivo do que foi planejado que você consegue encontrar outra forma de chegar até ele. 🎯

O cuidado está no que acontece depois.

Uma adaptação feita para resolver uma situação pontual precisa continuar sendo entendida como pontual. Se aquele problema se repete, talvez já não seja mais algo para “contornar”, mas algo para avaliar, compreender e resolver de maneira mais adequada. 🧩

E para tomar boas decisões diante dessas situações, precisamos estudar, praticar e continuar nos atualizando. 📚💪

É justamente isso que buscamos nos cursos da AK Training: unir atualização profissional, experiência prática e o que a ciência atual nos mostra, para que você tenha mais ferramentas na hora de decidir o que fazer na prática. 🧠🔧

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento

Força não deveria ser pensada apenas como desempenho no presente estado da vida💪Um ponto interessante do editorial publi...
20/08/2026

Força não deveria ser pensada apenas como desempenho no presente estado da vida💪

Um ponto interessante do editorial publicado por de Faigenbaum e colaboradores é justamente mudar essa perspectiva: olhar para a força como uma capacidade que é construída, desenvolvida e preservada ao longo de toda a vida.

É daí que surge o conceito de strengthspan. 🧠

Uma boa reserva de força pode ter implicações muito maiores no futuro: capacidade de realizar tarefas, manter autonomia e continuar fisicamente ativo à medida que os anos passam. ⏳

E isso também muda a forma como enxergamos o treinamento em diferentes fases da vida.

👦 Na infância e juventude, não existe motivo para esperar a vida adulta para começar a desenvolver força.

🏋️ Na vida adulta, não basta chegar a um determinado nível, é preciso continuar oferecendo estímulo para preservar essa capacidade.

👴 E no envelhecimento, talvez uma das principais metas seja chegar às próximas décadas com a maior reserva funcional possível.

Ou seja: treinar força não é apenas sobre ficar mais forte agora. É também sobre aquilo que queremos continuar sendo capazes de fazer daqui a 10, 20 ou 30 anos.

📌 Essa perspectiva muda alguma coisa na forma como você pensa o treinamento de força?

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento



📚 Referência:
Faigenbaum AD, Garcia-Hermoso A, MacDonald JP, Mortatti A, Rial Rebullido T. Bridging the gap between strengthspan and lifespan. Br J Sports Med. 2024

19/08/2026

A posição da barra modifica a estratégia utilizada para realizar o agachamento. E isso muda a forma como as demandas são distribuídas entre as articulações.

👉 Uma revisão de Glassbrook et al. (2017) mostrou que o high bar back squat tende a apresentar maior flexão de joelhos, menor flexão de quadril e tronco mais vertical, enquanto o low bar apresenta maior flexão de quadril e maior inclinação anterior do tronco.

E isso tem uma consequência prática interessante:

➡️ Low bar: tende a favorecer uma estratégia com maior demanda sobre os extensores do quadril e pode permitir maiores cargas externas.

➡️ High bar: favorece uma posição mais vertical e maior participação relativa dos extensores do joelho.

Inclusive, em um outro estudo comparando as variações em indivíduos treinados, o low bar permitiu levantar as maiores cargas, resultado associado a maiores momentos no quadril.

🎯 Mas aqui está o ponto:

Ser capaz de colocar mais peso na barra não torna automaticamente uma variação superior. Se o objetivo é competir no powerlifting e maximizar a carga levantada, a escolha pelo low bar tem uma justificativa muito clara.

Fora desse contexto, a pergunta deveria ser outra:

🔎 Qual estratégia mecânica eu quero gerar com esse exercício e por quê? Antes de classificar uma execução como “certa” ou “errada”, precisamos entender o objetivo da tarefa.

Venha para os cursos:
📍Movimento Funcional
📍Performance Funcional
📲 Informações no link da bio ou inbox.
______________________________
AK Training: Ciência & Movimento



📚 Referências

Glassbrook DJ, Helms ER, Brown SR, Storey AG. A Review of the Biomechanical Differences Between the High-Bar and Low-Bar Back-Squat. J Strength Cond Res. 2017

Kristiansen E, et al. A Biomechanical Comparison of the Safety-Bar, High-Bar and Low-Bar Squat around the Sticking Region among Recreationally Resistance-Trained Men and Women. Int J Environ Res Public Health. 2021

Endereço

Florianópolis, SC

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando AK Training posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar