Memorial Bicolor

Memorial Bicolor História, fatos e fotos. Cultura de Paysandu!

VOCÊ SABIA QUE O remo JÁ APAGOU ÀS LUZES E ESCONDEU AS REDES NO MEIO DE UM rexPA?Foi na final do campeonato paraense 197...
08/04/2022

VOCÊ SABIA QUE O remo JÁ APAGOU ÀS LUZES E ESCONDEU AS REDES NO MEIO DE UM rexPA?

Foi na final do campeonato paraense 1972, o Paysandu enfrentava o remo, em uma partida emblemática, onde o nosso rival chutou 7 bolas na trave, em apenas um único lance, Alfredinho marcou para o Papão e calou o baenão, além de ajudar o Paysandu a sagrar-se campeão paraense naquele ano.

Um outro fato importante é que durante a partida, estranhamente às luzes do baenão se apagaram, mas depois, Manoel Ribeiro, ex-presidente do rival, assumiu que mandou apagar às luzes.

Depois que a luz retornou, as traves estavam sem redes e o roupeiro do Paysandu teve que ir na Curuzu buscar a redes para o jogo continuar.

Os torcedores do Papão arrancaram a trave e carregaram a mesma até a sede que f**a na Av. Nazaré.

Aliás, Antônio Couceiro guarda um pedaço dessa trave como o seu maior troféu enquanto esteve no Paysandu.

03/04/2022

03/04/2005 - 💙⚽🏆

Hoje o Paysandu vai entrar em campo mais uma vez para decidir outra final de Parazão contra o nosso filho.

Nesta mesma data, 03/04, mas no ano de 2005, o Bicolor vencia o seu rival mais uma vez e se consagrava Campeão Paraense daquele ano.

O Paysandu já tinha vencido o primeiro turno em cima do remo, em fevereiro.

Assim como no jogo da final do primeiro turno, a final do segundo também terminou empatada, jogo digno de chamado de clássico. Após empate no tempo normal, a disputa foi para as penalidades. Onde o goleiro Ronaldo se mostrou um gigante e fez o Barata se apequenar naquela decisão.

Barata foi para a cobrança, escolheu o canto esquerdo e Ronaldo estava lá para defender a cobrança e dar ao Paysandu o 41° titulo Paraense.

ALEGRIA 🇧🇷Em 2018, ano de Copa do Mundo, o Paysandu resolveu homenagear os campeões mundiais. Dentre eles, logicamente, ...
02/04/2022

ALEGRIA 🇧🇷

Em 2018, ano de Copa do Mundo, o Paysandu resolveu homenagear os campeões mundiais. Dentre eles, logicamente, o maior de todos. Para isto, lançou a camisa "Alegria", alusiva à seleção brasileira.

Ela foi usada como terceiro uniforme da equipe Bicolor naquele ano.

Já podemos ligar para o Zoológico?
28/11/2021

Já podemos ligar para o Zoológico?

O Remo está rebaixado para a Série C!

Clube do Remo ficou no empate em 0 x 0 com o Confiança e está rebaixado para o Campeonato Brasileiro Série C

Foto: Fernando Torres

O Memorial Bicolor vai escrever um livro com as lembranças dos torcedores do Paysandu. Será um compilados de histórias d...
30/10/2021

O Memorial Bicolor vai escrever um livro com as lembranças dos torcedores do Paysandu. Será um compilados de histórias desde as mais loucas, até as aquelas regadas de amor em família que fazem os olhos se encherem de lágrimas.

Se você tem uma história incrível e quer fazer parte deste primeiro trabalho de muitos que virão. Então, mande sua história no inbox!


#1914

Em quase todo o mundo há pessoas supersticiosas, muitas delas tem um número da sorte e quase sempre esse número é o 13. ...
27/10/2021

Em quase todo o mundo há pessoas supersticiosas, muitas delas tem um número da sorte e quase sempre esse número é o 13. Mas para um Bicolor, o número 7 é unânime, quando se trata de superstição.

Eu poderia escrever por horas, mas vou me atentar a alguns fatos para apenas te fazer refletir sobre este número e se há algo de místico.

Pois bem, vamos voltar um pouco ao passado, mais precisamente ao ano 1945, onde o Paysandu enfrentava o remo pelo campeonato paraense daquele ano. O time Bicolor emplacou 7 gols em cima do seu eterno rival, em pleno Baenão. Ora, estava aí o primeiro contato do Papão com o místico 7.

E na final do campeonato paraense 1972, o Paysandu enfrentava o remo, em uma partida emblemática, onde o nosso rival chutou 7 bolas na trave, em apenas um único lance, Alfredinho marcou para o Papão e ali quebrava o tabu, além de ajudar o Paysandu a sagrar-se campeão paraense naquele ano.

Um outro fato, mas não envolve o número. Durante a partida, estranhamente as luzes do Baenão se apagaram, depois que a luz retornou, as traves estavam sem redes e o roupeiro do Paysandu teve que ir na Curuzu buscar a redes para o jogo continuar.

E por último, esse me traz boas lembranças, no sétimo jogo do Paysandu pela Libertadores de 2003, o Papa Títulos do Norte, enfrentou o Boca em La Bombonera. Um jogo totalmente inesquecível. Onde perdemos dois de nossos melhores jogadores, já que Robson e Vanderson foram expulsos. Mas em uma troca de passes minuciosa, Iarley, dono da camisa 7, driblou dois marcadores e chutou no canto de Pato Abbondanzieri, marcando o gol da vitória histórica do Paysandu.

Isso é pra lembrar que por mais que nosso clube esteja em um momento difícil, nossa história é gigante!

Texto: Lima

É Círio outra vez!Que Nazinha possa abençoar todos os paraenses e nos ajude com o acesso 💙⚽Um bom almoço à todos e um do...
10/10/2021

É Círio outra vez!

Que Nazinha possa abençoar todos os paraenses e nos ajude com o acesso 💙⚽

Um bom almoço à todos e um domingo abençoado! 💙🌠

Feliz CÍRIO!!! 🌄💙⚽

Um breve passeio pela história Azul e Branco O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914. Liderados por Hugo Ma...
07/10/2021

Um breve passeio pela história Azul e Branco

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914. Liderados por Hugo Manoel de Abreu Leão, os integrantes do Norte Club entraram em litígio com a Diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball e decidiram formar um novo clube no Estado. A reunião de fundação contou com a presença de 42 desportistas, a maioria do Norte Club. Hugo Leão, líder do movimento, propôs o nome Paysandu, em homenagem ao feito da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandu na guerra contra o Paraguai.

O Paysandu nasce agindo contra um sistema que favorecia já naquela época o time vinha ser o nosso maior rival (não estou falando da Tuna).

Duas de Hugo Leão:

A primeira:

A primeira: Vou fundar um clube para vencer o Grupo do Remo...

Respondeu Hugo Manoel de Abreu Leão, em dezembro de 1913, quando convidado a ir para o Remo.

A segunda: 14 de julho de 1914, jogo Paysandu x Ipiranga, campeonato, de costas para o goleiro e de calcanhar, bateu um pênalti e fez o 6º gol do Paysandu. Deu a maior "bronca", Hugo foi tachado de "mesquinho" e outros "carinhosos elogios", inclusive pela imprensa, mas deu a todos a devida resposta. Resultado desse jogo 14 x 3 para o Paysandu.

Depois de muitos debates, foi eleita a primeira diretoria, assim constituída:

• Presidente: Deodoro de Mendonça
• Vice-Presidente: Dr. Eurico Amanajás
• 1º Secretário: Arnaldo Moraes
• 2º Secretário: Humberto Simões
• Tesoureiro: Gastão Valente
• Comissão de Sindicância: Pedro Paulo Pena e Costa, Manuel Marcus e Edgar Proença
• Delegado perante a Liga: Hugo de Abreu Leão

Uniforme:

Hugo Leão, em seguida, lembrou que fosse logo tratado o assunto “uniforme do clube” e imediatamente propôs: camisa azul e branco em listras verticais, o escudo do clube com as iniciais “PEC” a altura do peito, calção branco. Bayma de Moraes foi de opinião contrária, opinando pelo uniforme totalmente branco. O assunto ficou em suspenso porque a reunião, devido a hora, foi encerrada e marcada a terceira para o dia seguinte, no mesmo local, as 20:30.
Essa terceira reunião só se realizou a 19 de fevereiro de 1914 e na residência do presidente, Dr. Deodoro de Mendonça, na Vila Amazônia – Estrada de São Braz 30-E (a Estrada de São Braz, hoje, é a Av. Braz de Aguiar).

Considerando as duas outras, a terceira reunião foi a mais concorrida das três, muita gente e o assunto “uniforme do clube” foi logo posto em discussão, mas, de imediato, Mário Bayma de Moraes com a palavra, justificou e retirou o seu projeto, pedindo, pedindo, inclusive, que fosse considerado apenas o de Hugo de Leão. Ninguém mais se manifestou a respeito e o projeto Hugo de Leão foi aprovado por unanimidade.

Será o Benedito? Se você estiver falando do maior artilheiro da história gloriosa do Paysandu, sim é ele. Bené, também c...
05/10/2021

Será o Benedito? Se você estiver falando do maior artilheiro da história gloriosa do Paysandu, sim é ele.

Bené, também conhecido como "Tanque da Curuzu", apelido dado pela potência de seu chute. Junto dele esteve Rabilotta, com quem formou um dos maiores ataques do Papão, marcando 316 gols. Ele chegou na Curuzu em 1966 e ficou até o 1973 e conquistou 5 títulos com o manto Bicolor.

O tanque, é simplesmente o maior artilheiro da história do Paysandu com 249 gols.

Sendo também o quarto maior artilheiro do clássico rexPA, no qual marcou 26 vezes.

Em 1966, Remo e Paysandu realizaram uma partida amistosa para comemorar o aniversário de reorganização do clube azulino, Bené estragou com a festa fazendo dois gols e dando a vitória para os bicolores por 2 a 0 no Baenão.

Em 1968, Bené e o Paysandu destacaram-se sobretudo pela vitória de 1-0, no estádio da Curuzu, sobre a seleção romena, uma das mais fortes da Europa na época e que se classif**aria à Copa do Mundo FIFA de 1970. Foi de Bené o gol, em cabeceio.

Bené foi incrível em todos os sentidos. Seu legado será perene 💙⚽

#1914

Albertinho, a “personif**ação da alegria do futebol paraense”No incio dos anos 2000 chegava a Curuzu um garoto com as pe...
30/09/2021

Albertinho, a “personif**ação da alegria do futebol paraense”

No incio dos anos 2000 chegava a Curuzu um garoto com as pernas alegres que logo contagiava a Fiel Bicolor. Além das polemicas, Albertinho trouxe felicidade, dribles desconcertantes e gols históricos.

Chegada:

Nos dias atuais, vemos transações milionárias para levar o jogador de um clube para outro, com Albertinho foi diferente. Após fazer um teste na Tuna Luso Brasileira, o mago dos dribles não foi aproveitado. Então o que pouca gente é que depois disso um time de bairro pelo qual Albertinho jogava enfrentou o Paysandu, como esperado, ele deu um show, marcando três gols, sendo dois de bicicleta e um de cabeça. No dia seguinte um diretor do Paysandu, procurou Albertinho na casa. E o craque foi parar na Curuzu. Agora, vocês sabem quanto custou a transação? Albertinho custou 12 bolas e alguns pares de chuteiras.

Mas foi no campo que Albertinho provou que valia muito mais!

Vestindo o Leão:

O Memorial Bicolor não poderia de deixar relembrar o dia que o nosso filho vestiu nosso manto. No dia 14/11/2001 Paysandu e Tuna se enfrentavam no Baenão pela Série B, O Papão venceu por 2x0, de forma irreverente ele abre o placar e na começarão corre todo o campo para vestir o Leão. Que dia, meus amigos!

Conquistas:

Albertinho deu um show por quatro anos na Curuzu, conquistou seis títulos com o manto do Papão. Albertinho nunca perdeu um jogo para o nosso rival.

Nós te agradecemos, maestro da irreverência, por nos proporcionar momentos maravilhosos, como o golaço na copa dos campeões contra o Palmeiras. Te desejamos todos o sucesso do mundo na sua vida!

#1914

Marciano, o dono de Gols interplanetários!Antes mesmo do atacante argentino Lionel Messi ser chamado de ET, outro extrat...
28/09/2021

Marciano, o dono de Gols interplanetários!

Antes mesmo do atacante argentino Lionel Messi ser chamado de ET, outro extraterreste já fazia sucesso na terra.

Em 1975, ele desembarcava em terras “papa chibé” para trazer uma alegria para uma torcida fiel, apaixonada e que vibra com emoção.

10 meses, tempo suficiente para Marciano fazer história com a camisa do Paysandu. Ao todos foram 43 gols do artilheiro interplanetário. Com a camisa do Paysandu, ele vice-campeão estadual e vice-artilheiro do campeonato paraense.

Marciano era tão cobiçado que em sua despedida os torcedores fizeram um protesto exigindo que ele f**asse e cobraram reposta da diretoria.

Talvez, ele, nada mais era do que um cometa que tinha a missão de trazer a alegria mesmo que seja de uma forma rápida.

#1914

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Belém, PA

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